"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina." Cora Coralina
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sexta-feira, 5 de abril de 2013
Crianças tímidas
A timidez é comum na infância. E partilha alguns sintomas com a ansiedade social: rubor, sudação intensa, tensão muscular, palpitações e tremuras. São sintomas que estão presentes em crianças que não se sentem à vontade no contacto com outras, quer seja na sala de aulas, quer seja nos espaços de recreio.
Estas crianças desejam, tal como as demais, ser aceites, mas têm dificuldade em fazer e manter amizades por carecerem de habilidades sociais. Tornam-se solitárias, sendo a sua timidez frequentemente interpretada como falta de interesse. Podem acabar por ser ignoradas e excluídas, podendo acontecer que os pares se aproveitem das suas características para exercer o poder, abusando delas.
A timidez está associada a uma dificuldade em expressar as emoções, podendo levar estas crianças a escondê-las, o que lhes causa um elevado desgaste emocional.
São diversos os factores que ajudam a explicar a timidez infantil, nomeadamente a falta de vivências sociais, o elevado nível de ansiedade dos pais, bem como experiências difíceis vividas anteriormente.
Dado o risco de a timidez evoluir para ansiedade ou fobia social, importa contrariála, estimulando na criança comportamentos mais extrovertidos, transmitindo modelos positivos e proporcionando-lhe experiências sociais.
http://medicosdeportugal.saude.sapo.pt/utentes/saude_publica/fobia_social_mais_do_que_timidez_1/3
Fobia Social: Mais do que timidez
A fobia social é muito mais do que timidez:
envolve uma ansiedade tal nos contactos sociais que pode levar ao
suicídio. A boa notícia é que o tratamento permite restaurar a confiança
e, com ela, a qualidade de vida.
Quem nunca se sentiu nervoso e ansioso em determinadas situações? Num primeiro encontro, numa entrevista de emprego, na apresentação pública de um trabalho? Provavelmente, já todos sentimos aquela sensação estranha no estômago que nos faz recear o fracasso.
Mas há pessoas para quem qualquer uma destas situações sociais é causa de extrema ansiedade, deixando-as mergulhadas num receio inexplicável e levando-as a fugir, às vezes literalmente, do contacto com outros. São pessoas para quem o simples uso de um telefone ou de uma casa de banho pública, uma simples ida ao restaurante ou a uma loja se revelam experiências difíceis. Iniciar uma conversa com alguém, permanecer num espaço com desconhecidos, entrar numa sala quando todos já estão sentados são igualmente momentos dolorosos, a evitar a todo o custo.
Estas pessoas sofrem de um medo irracional de actividades ou situações que envolvam a interacção social - sofrem de desordem de ansiedade social ou fobia social, caracterizada por múltiplos e complexos sintomas. A nível físico, a ansiedade é denunciada por rubor, suores, tremores, náuseas, tensão muscular, dificuldade em falar, mãos húmidas e frias, palpitações, perturbações do estômago e dificuldade em fazer contacto visual.
Já no domínio dos sintomas emocionais e comportamentais evidencia-se um medo intenso de estar em situações com pessoas desconhecidas, o receio de ser julgado pelos outros, de ser humilhado ou embaraçado, mas também o receio de que os outros percebam a ansiedade.
Associadas a estes sintomas andam geralmente características individuais como uma elevada sensibilidade à crítica, um défice de competências sociais, dificuldade em ser assertivo e uma baixa auto-estima.
Esta ansiedade levada ao limite é verdadeiramente perturbadora da qualidade de vida, dificultando actividades do quotidiano como ir para a escola ou para o emprego. Mas também frequentar um restaurante ou ir a uma festa. A pessoa fica tão preocupada com a possibilidade de a fobia se manifestar que foge de todas as situações que a possam desencadear. Mas o pior é que esta preocupação é quanto baste para que os sintomas se declarem e se agravem. É um ciclo vicioso.
Genes e ambiente
A fobia social é complexa nas suas manifestações e nas causas. Tal como outras desordens do foro mental, resulta de uma interacção entre genes e ambiente. Não há uma investigação decisiva, mas tudo aponta no sentido de uma causalidade múltipla, em que a hereditariedade desempenha um papel de contornos ainda pouco claros.
É que há famílias com mais propensão do que outras, mas não há a certeza de que essa tendência seja genética ou aprendida.
Os investigadores debruçam-se também sobre o papel dos químicos naturais do organismo, nomeadamente da serotonina, um neurotransmissor que intervém na regulação das emoções e do humor: as pessoas com fobia social parecem ser mais sensíveis do que as demais aos seus efeitos.
Em estudo está também a influência da amígdala cerebelosa, uma estrutura do cérebro envolvida no mecanismo de resposta ao medo.
Pessoas com uma amígdala mais activa poderão desenvolver maior ansiedade em situações sociais.
Entre as teorias encontra-se também a que responsabiliza o ambiente familiar pela ansiedade: filhos de pais mais controladores ou protectores tenderão a desenvolver maior ansiedade, da mesma forma que filhos de pais extremamente ansiosos lhes poderão copiar os comportamentos.
Parece igualmente haver uma relação entre as experiências da infância e a fobia social na idade adulta: crianças humilhadas e rejeitadas ou vítimas de abusos e maus tratos poderão vir a ser mais propensas a evitar o contacto social.
Antes que se complique
Dadas as repercussões na qualidade de vida e o risco de complicações é fundamental reconhecer os sinais da fobia social o quanto antes e procurar ajuda médica.
Não há um teste laboratorial que permita identificar esta desordem, mas sim uma avaliação física e psicológica que, através da descrição dos sintomas, conduz a um diagnóstico.
Entre os critérios considerados para essa avaliação incluem-se a existência de um medo persistente em situações sociais, nas quais o doente acredita estar a ser escrutinado, uma sensação de grande ansiedade nessas situações, o reconhecimento de que o nível de ansiedade é excessivo e desproporcionado, a fuga de situações e experiências que possam produzir ansiedade e a interferência dessa ansiedade com o quotidiano e a qualidade de vida.
Face ao diagnóstico, tratar é fundamental. É que, sem tratamento, a ansiedade social acaba por dominar a vida, interferindo com as relações e as actividades: nos casos mais graves pode conduzir a comportamentos como alcoolismo ou toxicodependência e abrir caminho a estados depressivos ou até ao suicídio. Este é o risco máximo, que se previne se os sintomas estiverem controlados e o doente adoptar estratégias que o deixem mais confiante e relaxado. É esse o objectivo do tratamento, cujas vertentes são os medicamentos e a psicoterapia, normalmente combinadas.
Entre os medicamentos destacamse os antidepressivos, os ansiolíticos e os beta-bloqueadores.
Quanto à terapia, assenta na ideia de que são os pensamentos do próprio, e não outras pessoas ou situações, que determinam o modo como se age ou reage: mesmo que uma situação desagradável não mude, é possível mudar o modo como se pensa e agir de uma forma positiva. O doente aprende a reconhecer e a alterar os pensamentos negativos sobre si próprio.
Paralelamente, vai sendo exposto às situações que geram ansiedade, aprendendo, a pouco e pouco, a enfrentá-las, ganhando confiança.
Este é um caminho feito de altos e baixos, com avanços e retrocessos, e que leva o seu tempo a percorrer até alcançar a meta.
http://medicosdeportugal.saude.sapo.pt/utentes/saude_publica/fobia_social_mais_do_que_timidez_1/1
Quem nunca se sentiu nervoso e ansioso em determinadas situações? Num primeiro encontro, numa entrevista de emprego, na apresentação pública de um trabalho? Provavelmente, já todos sentimos aquela sensação estranha no estômago que nos faz recear o fracasso.
Mas há pessoas para quem qualquer uma destas situações sociais é causa de extrema ansiedade, deixando-as mergulhadas num receio inexplicável e levando-as a fugir, às vezes literalmente, do contacto com outros. São pessoas para quem o simples uso de um telefone ou de uma casa de banho pública, uma simples ida ao restaurante ou a uma loja se revelam experiências difíceis. Iniciar uma conversa com alguém, permanecer num espaço com desconhecidos, entrar numa sala quando todos já estão sentados são igualmente momentos dolorosos, a evitar a todo o custo.
Estas pessoas sofrem de um medo irracional de actividades ou situações que envolvam a interacção social - sofrem de desordem de ansiedade social ou fobia social, caracterizada por múltiplos e complexos sintomas. A nível físico, a ansiedade é denunciada por rubor, suores, tremores, náuseas, tensão muscular, dificuldade em falar, mãos húmidas e frias, palpitações, perturbações do estômago e dificuldade em fazer contacto visual.
Já no domínio dos sintomas emocionais e comportamentais evidencia-se um medo intenso de estar em situações com pessoas desconhecidas, o receio de ser julgado pelos outros, de ser humilhado ou embaraçado, mas também o receio de que os outros percebam a ansiedade.
Associadas a estes sintomas andam geralmente características individuais como uma elevada sensibilidade à crítica, um défice de competências sociais, dificuldade em ser assertivo e uma baixa auto-estima.
Esta ansiedade levada ao limite é verdadeiramente perturbadora da qualidade de vida, dificultando actividades do quotidiano como ir para a escola ou para o emprego. Mas também frequentar um restaurante ou ir a uma festa. A pessoa fica tão preocupada com a possibilidade de a fobia se manifestar que foge de todas as situações que a possam desencadear. Mas o pior é que esta preocupação é quanto baste para que os sintomas se declarem e se agravem. É um ciclo vicioso.
Genes e ambiente
A fobia social é complexa nas suas manifestações e nas causas. Tal como outras desordens do foro mental, resulta de uma interacção entre genes e ambiente. Não há uma investigação decisiva, mas tudo aponta no sentido de uma causalidade múltipla, em que a hereditariedade desempenha um papel de contornos ainda pouco claros.
É que há famílias com mais propensão do que outras, mas não há a certeza de que essa tendência seja genética ou aprendida.
Os investigadores debruçam-se também sobre o papel dos químicos naturais do organismo, nomeadamente da serotonina, um neurotransmissor que intervém na regulação das emoções e do humor: as pessoas com fobia social parecem ser mais sensíveis do que as demais aos seus efeitos.
Em estudo está também a influência da amígdala cerebelosa, uma estrutura do cérebro envolvida no mecanismo de resposta ao medo.
Pessoas com uma amígdala mais activa poderão desenvolver maior ansiedade em situações sociais.
Entre as teorias encontra-se também a que responsabiliza o ambiente familiar pela ansiedade: filhos de pais mais controladores ou protectores tenderão a desenvolver maior ansiedade, da mesma forma que filhos de pais extremamente ansiosos lhes poderão copiar os comportamentos.
Parece igualmente haver uma relação entre as experiências da infância e a fobia social na idade adulta: crianças humilhadas e rejeitadas ou vítimas de abusos e maus tratos poderão vir a ser mais propensas a evitar o contacto social.
Antes que se complique
Dadas as repercussões na qualidade de vida e o risco de complicações é fundamental reconhecer os sinais da fobia social o quanto antes e procurar ajuda médica.
Não há um teste laboratorial que permita identificar esta desordem, mas sim uma avaliação física e psicológica que, através da descrição dos sintomas, conduz a um diagnóstico.
Entre os critérios considerados para essa avaliação incluem-se a existência de um medo persistente em situações sociais, nas quais o doente acredita estar a ser escrutinado, uma sensação de grande ansiedade nessas situações, o reconhecimento de que o nível de ansiedade é excessivo e desproporcionado, a fuga de situações e experiências que possam produzir ansiedade e a interferência dessa ansiedade com o quotidiano e a qualidade de vida.
Face ao diagnóstico, tratar é fundamental. É que, sem tratamento, a ansiedade social acaba por dominar a vida, interferindo com as relações e as actividades: nos casos mais graves pode conduzir a comportamentos como alcoolismo ou toxicodependência e abrir caminho a estados depressivos ou até ao suicídio. Este é o risco máximo, que se previne se os sintomas estiverem controlados e o doente adoptar estratégias que o deixem mais confiante e relaxado. É esse o objectivo do tratamento, cujas vertentes são os medicamentos e a psicoterapia, normalmente combinadas.
Entre os medicamentos destacamse os antidepressivos, os ansiolíticos e os beta-bloqueadores.
Quanto à terapia, assenta na ideia de que são os pensamentos do próprio, e não outras pessoas ou situações, que determinam o modo como se age ou reage: mesmo que uma situação desagradável não mude, é possível mudar o modo como se pensa e agir de uma forma positiva. O doente aprende a reconhecer e a alterar os pensamentos negativos sobre si próprio.
Paralelamente, vai sendo exposto às situações que geram ansiedade, aprendendo, a pouco e pouco, a enfrentá-las, ganhando confiança.
Este é um caminho feito de altos e baixos, com avanços e retrocessos, e que leva o seu tempo a percorrer até alcançar a meta.
http://medicosdeportugal.saude.sapo.pt/utentes/saude_publica/fobia_social_mais_do_que_timidez_1/1
terça-feira, 2 de abril de 2013
O passo-a-passo para enfrentar a timidez:
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/pessoas_confundem_timidez_com_arrogancia.htm
"Tenho 16 anos e sou tímido. Minha timidez é muitas vezes confundida com arrogância. Sou introvertido e tenho bastante dificuldade em me relacionar com as pessoas, tanto que não tenho nenhum amigo verdadeiro. Sou muito só e sofro. Queria saber um meio para acabar com minha introversão e ser mais sociável. Obrigado!"
Quem está de fora, não pode ver seus pensamentos, nem seus
sentimentos; enxerga apenas o que você faz. Não imagina que, do seu
lado, acontece exatamente o contrário: você bem que gostaria de “estar
lá” e participar das conversas. Os outros te importam sim. Às vezes,
até demais – o que pode explicar sua timidez: medo de rejeição, de
crítica dos demais, de cometer algum erro que seria “imperdoável” no
seu ponto de vista, ou de falar alguma bobagem, se sentir ridículo.
Geralmente as pessoas tímidas não se acham interessantes, exigem muito delas próprias e não se veem em condições de manter uma conversa. Assim, não arriscam e comprovam a crença de que não são capazes.
A fuga não permite que você perceba se estava ou não exagerando no quanto poderia ser criticado ou julgado pelos outros. Cada vez que você evita uma situação e diz para si mesmo: “não posso fazer isto”, você joga fora sua autoconfiança. Quanto menos confiante você se sente, mais ansioso fica ao enfrentar uma situação nova. Menos autoconfiança, mais ansiedade: como consequência, você tende a fugir de situações que teme. Aí pode chegar à conclusão de que não é capaz realmente.
Assim, uma vez aprendido que quanto mais fugir, mais longe estará da melhora; torna-se necessário enfrentar as coisas difíceis.
Você já deve ter ouvido mil vezes: “vamos, fala alguma coisa aí!” ou “você tem que sair da toca, pessoas da sua idade se divertem”. E cá entre nós, apesar das boas intenções, esses conselhos não ajudam. Se fosse fácil, você já teria feito.
Então, como enfrentar o que causa tanta angústia?
O passo-a-passo para enfrentar a timidez:
1º) Não almejar mudanças radicais e nem definitivas. Quando temos um problema pela frente, tendemos a vê-lo como uma montanha que não podemos subir. Se for grande, não podemos mesmo. Transforme em pequenos montes, possíveis de serem escalados.
2º) Se você tem dificuldade de conversar, comece fazendo perguntas e se mostre interessado nas respostas. Não precisa falar sobre temas específicos. Muitos papos começam despretensiosos, sobre o cotidiano, como o tempo ou o trânsito. Não se preocupe com o conteúdo, você estará treinando aproximações sucessivas de convívio social.
3º) Crie para você mesmo uma lista de situações que considera mais fácil de enfrentar: pedir algum favor, almoçar na frente de alguém, sentar em outro lugar na classe... depois, vá dificultando suas tarefas e aguentando o desconforto.
4º) Lembre-se: nada precisa ser tão radical. Você pode avançar e retroceder sem problemas, quantas vezes precisar.
5º) É importante cuidar de seus sentimentos. Só você sabe avaliar se o que está vivendo é possível de suportar. Também não é possível esperar nível zero de ansiedade. Ela melhora depois que a gente a suporta.
“Mude
Mas comece devagar, porque a direção
é mais importante que a velocidade”.
(Edson Marques)
"Tenho 16 anos e sou tímido. Minha timidez é muitas vezes confundida com arrogância. Sou introvertido e tenho bastante dificuldade em me relacionar com as pessoas, tanto que não tenho nenhum amigo verdadeiro. Sou muito só e sofro. Queria saber um meio para acabar com minha introversão e ser mais sociável. Obrigado!"
| "Geralmente as pessoas tímidas não se acham interessantes, exigem muito delas próprias e não se veem em condições de manter uma conversa" | Resposta: Visto do lado de lá, você é aquele que “não quer papo”, “se acha”. Afinal, não conversa com as pessoas. Passa a impressão de que não se importa com elas ou que ninguém te acrescenta nada importante. |
Geralmente as pessoas tímidas não se acham interessantes, exigem muito delas próprias e não se veem em condições de manter uma conversa. Assim, não arriscam e comprovam a crença de que não são capazes.
A fuga não permite que você perceba se estava ou não exagerando no quanto poderia ser criticado ou julgado pelos outros. Cada vez que você evita uma situação e diz para si mesmo: “não posso fazer isto”, você joga fora sua autoconfiança. Quanto menos confiante você se sente, mais ansioso fica ao enfrentar uma situação nova. Menos autoconfiança, mais ansiedade: como consequência, você tende a fugir de situações que teme. Aí pode chegar à conclusão de que não é capaz realmente.
Assim, uma vez aprendido que quanto mais fugir, mais longe estará da melhora; torna-se necessário enfrentar as coisas difíceis.
Você já deve ter ouvido mil vezes: “vamos, fala alguma coisa aí!” ou “você tem que sair da toca, pessoas da sua idade se divertem”. E cá entre nós, apesar das boas intenções, esses conselhos não ajudam. Se fosse fácil, você já teria feito.
Então, como enfrentar o que causa tanta angústia?
O passo-a-passo para enfrentar a timidez:
1º) Não almejar mudanças radicais e nem definitivas. Quando temos um problema pela frente, tendemos a vê-lo como uma montanha que não podemos subir. Se for grande, não podemos mesmo. Transforme em pequenos montes, possíveis de serem escalados.
2º) Se você tem dificuldade de conversar, comece fazendo perguntas e se mostre interessado nas respostas. Não precisa falar sobre temas específicos. Muitos papos começam despretensiosos, sobre o cotidiano, como o tempo ou o trânsito. Não se preocupe com o conteúdo, você estará treinando aproximações sucessivas de convívio social.
3º) Crie para você mesmo uma lista de situações que considera mais fácil de enfrentar: pedir algum favor, almoçar na frente de alguém, sentar em outro lugar na classe... depois, vá dificultando suas tarefas e aguentando o desconforto.
4º) Lembre-se: nada precisa ser tão radical. Você pode avançar e retroceder sem problemas, quantas vezes precisar.
5º) É importante cuidar de seus sentimentos. Só você sabe avaliar se o que está vivendo é possível de suportar. Também não é possível esperar nível zero de ansiedade. Ela melhora depois que a gente a suporta.
“Mude
Mas comece devagar, porque a direção
é mais importante que a velocidade”.
(Edson Marques)
segunda-feira, 11 de março de 2013
Problemas para se enturmar podem atrapalhar vida na faculdade Comente
A mudança da escola para a faculdade é cheia de percalços. A escolha da
profissão, a "via crucis" do vestibular, a decisão de sair ou não da
casa dos pais. Desafios que fazem desse um momento de transição na vida
do jovem. E quando finalmente se chega na universidade, podem surgir
outros problemas, como a dificuldade de se enturmar em um ambiente novo e
altamente competitivo.
Segundo Alessandra Turini Bolsoni Silva, professora de psicologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista), pesquisas mostram que estudantes com dificuldade de fazer amigos e de se inserir no novo grupo de colegas podem ter seu desempenho acadêmico prejudicado. "Se a socialização e o desempenho ficam prejudicados, a probabilidade de abandonar o curso também é bastante alta", diz a pesquisadora.
Alessandra observa que a chegada na faculdade representa uma transformação significativa na rotina do estudante, o que traz obstáculos adicionais para a sociabilidade. "Essa mudança implica em ter que cuidar das próprias coisas, interagir com pessoas que não conhece, deixar de estar com os pais e com o namorado todos os dias. Não é simples".
O psicoterapeuta Leo Fraiman alerta que o estudante deve ter calma na hora de se enturmar, para evitar comportamentos que incomodem ou causem antipatia nos demais colegas. "Da mesma forma que uma pessoa leva anos para formar seus amigos na escola, há todo um processo para criar laços de valor na vida universitária Isso leva tempo, até mesmo para encontrar pessoas com valores afins aos seus", afirma.
O ambiente universitário também pode ser um desafio segundo Maria Fátima Olivier Sudbrack, professora da faculdade de psicologia da UnB (Universidade de Brasília). "Na universidade, muda muito a forma como o aluno é acolhido. No ensino fundamental e médio, eles são muito tutelados, na universidade é exigida uma maior autonomia. Muitas vezes um estudante pode confundir essa autonomia com autossuficiência e se isolar, o que não é positivo", argumenta.
Faculdades e os professores também poderiam ter o papel proativo de facilitar essa socialização, afirma a professora, especialmente nos primeiros semestre do curso. Para ela, as instituições tem falhado em planejar essa "chegada" dos calouros.
No entanto, Maria Sudbrack adverte que não se deve confundir indivíduos com problemas de socialização com alunos com personalidade mais reservada. "Não são todos os alunos que precisam ser comunicativos e ter muitos amigos. É preciso ter cuidado para não patologizar uma conduta que pode ser apenas um traço da personalidade do aluno".
Mas antes é possível tentar superar a timidez. "Num primeiro momento, é importante buscar ajuda da família para suprir essa atenção e esse afeto", sugere. "Isso até que novas relações sejam feitas. O aluno deve tentar fazer novas amizades, se aproximar de pessoas da sua turma para ter com quem conversar e trocar experiências".
"Se a pessoa durante toda a sua vida teve boas interações sociais, a chance de continuar tendo na universidade é maior. Mas nunca é tarde para desenvolvê-las", garante a pesquisadora da Unesp.
http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/03/11/problemas-para-se-enturmar-podem-atrapalhar-vida-na-faculdade.htm
Segundo Alessandra Turini Bolsoni Silva, professora de psicologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista), pesquisas mostram que estudantes com dificuldade de fazer amigos e de se inserir no novo grupo de colegas podem ter seu desempenho acadêmico prejudicado. "Se a socialização e o desempenho ficam prejudicados, a probabilidade de abandonar o curso também é bastante alta", diz a pesquisadora.
Alessandra observa que a chegada na faculdade representa uma transformação significativa na rotina do estudante, o que traz obstáculos adicionais para a sociabilidade. "Essa mudança implica em ter que cuidar das próprias coisas, interagir com pessoas que não conhece, deixar de estar com os pais e com o namorado todos os dias. Não é simples".
O psicoterapeuta Leo Fraiman alerta que o estudante deve ter calma na hora de se enturmar, para evitar comportamentos que incomodem ou causem antipatia nos demais colegas. "Da mesma forma que uma pessoa leva anos para formar seus amigos na escola, há todo um processo para criar laços de valor na vida universitária Isso leva tempo, até mesmo para encontrar pessoas com valores afins aos seus", afirma.
O ambiente universitário também pode ser um desafio segundo Maria Fátima Olivier Sudbrack, professora da faculdade de psicologia da UnB (Universidade de Brasília). "Na universidade, muda muito a forma como o aluno é acolhido. No ensino fundamental e médio, eles são muito tutelados, na universidade é exigida uma maior autonomia. Muitas vezes um estudante pode confundir essa autonomia com autossuficiência e se isolar, o que não é positivo", argumenta.
Faculdades e os professores também poderiam ter o papel proativo de facilitar essa socialização, afirma a professora, especialmente nos primeiros semestre do curso. Para ela, as instituições tem falhado em planejar essa "chegada" dos calouros.
No entanto, Maria Sudbrack adverte que não se deve confundir indivíduos com problemas de socialização com alunos com personalidade mais reservada. "Não são todos os alunos que precisam ser comunicativos e ter muitos amigos. É preciso ter cuidado para não patologizar uma conduta que pode ser apenas um traço da personalidade do aluno".
A-E-I-O-U das relações
Fraiman aponta cinco dicas para uma boa integração na chegada à faculdade:-
A de afeto - Ser afetuoso, gentil e bem educado sempre abre portas
-
E de entusiasmo - Ser aquele que se empolga com as aulas e atividades mostra que você não será qualquer um, e isso atrai gente boa por perto
-
I de inteligência - Quem lê, se interessa, mostra
saber a importância do bom rendimento, ganha pontos com os bons colegas e
ainda abre mais portas de empregabilidade
-
O de organização - Seja disciplinado, mantenha uma
boa rotina de estudos e seja focado. Estar entre os cinco primeiros de
sua turma, ajudando, claro, aos demais. Seu espaço no mercado começa com
atitudes assim
- U de ultrapassar limites - Vá alem, leia os livros indicados na íntegra, entre na internet e estude as aulas antes mesmo antes delas serem ministradas para participar proativamente. Isso é charmoso e garante uma visibilidade diferenciada, como aquele que se torna útil de estar por perto
Timidez e terapia
Para Alessandra Silva, nos casos em que o estudante se sente frustrado por não conseguir se enturmar não deve ser descartada a possibilidade de procurar acompanhamento psicológico, que muitas vezes está disponível na própria universidade.Mas antes é possível tentar superar a timidez. "Num primeiro momento, é importante buscar ajuda da família para suprir essa atenção e esse afeto", sugere. "Isso até que novas relações sejam feitas. O aluno deve tentar fazer novas amizades, se aproximar de pessoas da sua turma para ter com quem conversar e trocar experiências".
"Se a pessoa durante toda a sua vida teve boas interações sociais, a chance de continuar tendo na universidade é maior. Mas nunca é tarde para desenvolvê-las", garante a pesquisadora da Unesp.
http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/03/11/problemas-para-se-enturmar-podem-atrapalhar-vida-na-faculdade.htm
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Timidez em excesso pode prejudicar seu filho; ajude-o a se soltar

Incentive a criança tímida a dar sua opinião sobre situações do dia a dia
"Ele é tão quietinho, não dá trabalho nenhum!". Se você já ouviu seu filho ser elogiado assim muitas vezes, por outros pais e pelos professores, é bom saber que tranquilidade, obediência, quietude e disciplina podem ser sinais de timidez. A característica é, de uma forma geral, inofensiva, mas, em excesso, pode se tornar prejudicial para o desenvolvimento da criança.
“Nem todos precisam ser extrovertidos. Há pessoas quietas muito felizes, que se dão bem profissionalmente e nas relações pessoais”, diz a psicóloga Maria Luiza Marinho, professora do Departamento de Psicologia Geral e Análise do Comportamento da UEL (Universidade Estadual de Londrina). "O problema é quando a timidez interfere na vida da pessoa e a impede de fazer coisas por medo de ser reprovada", diz a especialista. Quando isso acontece, ações rotineiras como cumprimentar alguém, pedir ajuda diante de uma dificuldade ou apresentar um trabalho na escola podem se tornar um pesadelo.
Timidez tem a ver com a autoestima. "O tímido espera a aprovação do outro em qualquer coisa que faça. Não gosta de dar explicação e prefere não falar, mesmo que esteja certo", afirma Edilene Modesto, pedagoga do Núcleo de Cultura, Estudos e Pesquisas do Brincar da PUC-SP e mestre em psicologia da educação. "Por nunca ter a possibilidade de se expressar, a criança tímida perde muito, principalmente, porque começa a desenvolver um complexo de inferioridade."
As causas na infância
Mas o que leva uma criança a ser tímida? Segundo Marisa de Abreu, psicóloga clínica, há três fatores principais: genética, personalidade e ambiente, que é o mais forte deles. "A genética é a característica passada pelos familiares de forma biológica. A personalidade é o ‘jeitão’ que a pessoa tem, ou seja, é daquela maneira porque é e pronto. Já os fatores ambientais se referem às oportunidades que a criança teve de aprendizado para ser mais ou menos espontânea", afirma.É em relação a esse último fator que os pais, sem perceber, podem estar levando o filho a se fechar. Uma criança que não recebe apoio para se expressar ou que sempre é reprimida e ensinada a ficar quieta, não é incentivada a conquistar amigos. Se a criança leva bronca cada vez que pretende contar coisas sobre si ou sobre o seu dia –pois consideram que ela está atrapalhando–, ela pode se tornar tímida. "Ela vai pensar que, quanto mais quietinha ficar e não responder aos pais, mesmo se sentindo muito incomodada, mais eles gostarão dela", diz Marisa.
Como ajudar os tímidos
Leve em conta as particularidades de uma criança;Respeite-a do jeito que ela é;
Faça com que as superações sejam gradativas e naturais. Não force situações;
Melhore a autoestima da criança mostrando que a opinião dela é importante, que você acredita nela;
Incentive-a a falar, deixe que ela conte o que sente e pensa. Escute de verdade;
Evite comentários na frente dela do tipo "é muito retraída", "não adianta falar com ela, não vai lhe responder";
Mostre que ter iniciativa é algo muito bom;
Tenha paciência. O processo é gradativo. Não espere mudanças drásticas do dia para a noite.
UOL
sábado, 11 de agosto de 2012
Emile Coué - Alguns princípios
1 – Tudo aquilo que se afirma com insistência, acaba se tornando verdade na mente de quem afirma;
2 – Na briga da razão com imaginação, esta última sempre sai ganhando. |
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Timidez já é doença mental
A nova edição do tristemente célebre Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM) faz de comportamentos como a timidez e a excentricidade sintomas dignos de atenção psiquiátrica; mas se todos estamos loucos, quem precisa destes médicos da mente? O DSM tem a péssima fama de ser uma espécie de manual para inquisidores das doenças mentais, uma lista, muitas vezes polêmica, que tenta esgotar todos os sinais que fazem de uma pessoa candidata à atenção médica e a institucionalização.
Assim mesmo, parece que a cada edição os encarregados de sua redação têm a consigna de etiquetar à humanidade inteira, pessoa por pessoa, com algum transtorno mental, fazendo de condições e características inocentes e inegavelmente humanas, sinais quase demoníacos de um padecimento inequívoco.
Assim, na mais recente versão do manual, o DSM-5, que deverá ser publicado em maio de 2013, está previsto que incluam como problemas comportamentais a timidez, a aflição ou a excentricidade. Por outro lado o manual fala também de um "transtorno de oposição desafiante" para as crianças que desobedecem e reduz para uma "depressão patológica" a reação humanamente previsível de alguém que sofreu a perda de um ente querido.
Isto parece alarmante a partir de uma certa perspectiva não especializada, inclusive psiquiatras reconhecidos e experimentados veem com receio a negligente ambição do DSM. Allen Frances, professor emérito na Universidade Duke, diz por exemplo que esta nova edição "amplia radical e temerariamente os limites da psiquiatria".
Por outro lado, outros campos como a criminologia e o âmbito do judicial poderiam experimentar transformações de delitos como o estupro ou abuso sexual que passariam a ser amparados na terminogia "transtorno parafílico coercitivo" proposto pelo DSM.
No entanto, também é verdade que, visto com malícia, este descomedimento dos psiquiatras pode se voltar contra os próprios e solapar tanto sua disciplina quanto sua questionável autoridade baseada neste conhecimento, pois se todos sofremos algum tipo de transtorno mental, esse "todos" inclui também aos médicos da mente supostamente capacitados para nos curar, ou seja lá o que isso signifique
FONTE: http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=23369
Será que isso é só uma nova forma de ganhar dinheiro ou realmente timidez é uma doença?
Assim mesmo, parece que a cada edição os encarregados de sua redação têm a consigna de etiquetar à humanidade inteira, pessoa por pessoa, com algum transtorno mental, fazendo de condições e características inocentes e inegavelmente humanas, sinais quase demoníacos de um padecimento inequívoco.
Assim, na mais recente versão do manual, o DSM-5, que deverá ser publicado em maio de 2013, está previsto que incluam como problemas comportamentais a timidez, a aflição ou a excentricidade. Por outro lado o manual fala também de um "transtorno de oposição desafiante" para as crianças que desobedecem e reduz para uma "depressão patológica" a reação humanamente previsível de alguém que sofreu a perda de um ente querido.
Isto parece alarmante a partir de uma certa perspectiva não especializada, inclusive psiquiatras reconhecidos e experimentados veem com receio a negligente ambição do DSM. Allen Frances, professor emérito na Universidade Duke, diz por exemplo que esta nova edição "amplia radical e temerariamente os limites da psiquiatria".
Por outro lado, outros campos como a criminologia e o âmbito do judicial poderiam experimentar transformações de delitos como o estupro ou abuso sexual que passariam a ser amparados na terminogia "transtorno parafílico coercitivo" proposto pelo DSM.
No entanto, também é verdade que, visto com malícia, este descomedimento dos psiquiatras pode se voltar contra os próprios e solapar tanto sua disciplina quanto sua questionável autoridade baseada neste conhecimento, pois se todos sofremos algum tipo de transtorno mental, esse "todos" inclui também aos médicos da mente supostamente capacitados para nos curar, ou seja lá o que isso signifique
FONTE: http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=23369
Será que isso é só uma nova forma de ganhar dinheiro ou realmente timidez é uma doença?
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
A timidez e os relacionamentos
(...)
A timidez que preocupa é aquela que envolve dificuldades de relacionamentos. Nestes casos, insegurança acentuada, baixa auto-estima, ansiedade e até mesmo, a depressão podem estar presentes representando sofrimento e podendo prejudicar a vida do individuo.
Por mais desinibidas que pareçam, todas as pessoas têm sempre um foco de timidez, e este faz com que elas deixem de utilizar todo o seu potencial. A humanidade se divide em dois grandes blocos de tímidos: os que reconhecem sofrer essa deficiência e agem como tais, sendo visivelmente retraídos; e os que demonstram o contrário, agem como desinibidos, mas na verdade têm esse comportamento como forma de camuflar sua timidez ou focos desta.
Este artigo é muito extenso. Estou retirando trechos e vou postando aos poucos.
Fontes:
1.- Revista Diálogo Médico, páginas 44-47, entrevista com Susan Leibig Martins, fundadora do Instituto de Engenharia Humana instalado em Higienópolis, Formada em economia pela Universidade de São Paulo e com cursos de aperfeiçoamento na Pensylvania (EUA).
2.- Textos de Antonio Carlos Alves de Araújo – Psicólogo.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Para vencer a timidez, mude sua auto-imagem
http://denisepuppin.blogspot.com/2008/07/para-vencer-timidez-mude-sua-auto.html
Comumente, o que falta àquele que se considera tímido é parar de apenas reclamar de si e agir: decidir-se verdadeiramente por mudar. Mudar o padrão de comportamento vicioso de se considerar sempre menor que os outros, seja numa simples conversa informal ou em reuniões de trabalho.
Para qualquer pessoa mudar, ela precisa verdadeiramente querer. Desenvolver o querer é um processo que se inicia com uma atitude mental e se concretiza no corpo. A palavra “mudar” é um verbo que indica deslocamento de posição, transferência de um lugar para outro. O próprio significado da palavra sugere esforço. Esforço físico. Faz-se necessário mexer com os músculos, mexer com o corpo, com as pernas, com todo o sistema motor.
Deslocar. Mas para onde?
Comumente, o que falta àquele que se considera tímido é parar de apenas reclamar de si e agir: decidir-se verdadeiramente por mudar. Mudar o padrão de comportamento vicioso de se considerar sempre menor que os outros, seja numa simples conversa informal ou em reuniões de trabalho.
Para qualquer pessoa mudar, ela precisa verdadeiramente querer. Desenvolver o querer é um processo que se inicia com uma atitude mental e se concretiza no corpo. A palavra “mudar” é um verbo que indica deslocamento de posição, transferência de um lugar para outro. O próprio significado da palavra sugere esforço. Esforço físico. Faz-se necessário mexer com os músculos, mexer com o corpo, com as pernas, com todo o sistema motor.
Deslocar. Mas para onde?
Certa vez, li que a única coisa permanente na vida é a mudança. Muitas pessoas querem mudar e não conseguem, porque não sabem para onde querem ir. São pessoas que, além de se conhecerem pouco, desconhecem aonde querem chegar.
A tão popular história da Alice no País das Maravilhas (1), de Lewis Carroll, nos mostra claramente o perfil de uma menina perdida, que não sabia para onde ir. Entre encontros e desencontros, viu o Gato Caçoador sentado sobre um galho. Ele somente sorria, mostrando seus muitos dentes e unhas afiadíssimas. Essas imagens sinalizavam à Alice que seria melhor tratá-lo com respeito. Então ela, com voz suave, perguntou: “Você pode me dizer que caminho devo seguir para sair daqui?” O Gato, com irônico tom de exclamação na voz responde: “Isso depende do lugar para onde você deseja ir!” Alice irrita-se e diz: “O lugar para onde desejo ir? Francamente, isso pra mim tanto faz. Contanto que eu chegue a algum lugar...” “Nesse caso”, disse sabiamente o Gato Caçoador, “tanto faz o caminho que você seguirá.”
Lewis Carroll oferece, através de Alice, a oportunidade de refletirmos sobre as escolhas dos nossos caminhos, além de sutilmente recomendar atenção no trato com as pessoas.
A tão popular história da Alice no País das Maravilhas (1), de Lewis Carroll, nos mostra claramente o perfil de uma menina perdida, que não sabia para onde ir. Entre encontros e desencontros, viu o Gato Caçoador sentado sobre um galho. Ele somente sorria, mostrando seus muitos dentes e unhas afiadíssimas. Essas imagens sinalizavam à Alice que seria melhor tratá-lo com respeito. Então ela, com voz suave, perguntou: “Você pode me dizer que caminho devo seguir para sair daqui?” O Gato, com irônico tom de exclamação na voz responde: “Isso depende do lugar para onde você deseja ir!” Alice irrita-se e diz: “O lugar para onde desejo ir? Francamente, isso pra mim tanto faz. Contanto que eu chegue a algum lugar...” “Nesse caso”, disse sabiamente o Gato Caçoador, “tanto faz o caminho que você seguirá.”
Lewis Carroll oferece, através de Alice, a oportunidade de refletirmos sobre as escolhas dos nossos caminhos, além de sutilmente recomendar atenção no trato com as pessoas.
Mude. É possível.
Pessoas que se consideram tímidas devem criar uma estratégia de planejamento para a mudança. Treinamentos específicos como cursos de autoconhecimento, orientações terapêuticas ou de um coach capacitado muito contribuirão para o sucesso do resultado.
Inclusa na estratégia de planejamento, evidentemente, estará a indispensável criação de objetivos, metas e prazos definidos para as pequenas conquistas. Por exemplo, se você era um tímido e se considerava incapaz de se soltar para dançar – mas sempre sonhou com isso, matricule-se num curso de dança de salão e lembre-se: você COMBINOU COM VOCÊ MESMO que QUER MUDAR, QUER ter um COMPORTAMENTO DIFERENTE. Então vá! Lembre-se: agora você tem um objetivo.
Aos poucos, você, sendo cúmplice de você mesmo, estará reconstruindo sua auto-imagem
(1)- Carrol Lewis, Trad. Fernanda L. de Almeida - Alice no País das Maravilhas – Ed. Ática, 2ª ed. 1986
DENISE PUPPIN é fonoaudióloga (4744 RJ), Professora de Oratória (acadêmica, artística, forense, política, popular e sacra) e Retória contemporânea; Consultora em Comunicação Humana com ênfase no desenvolvimento do 'Ser Integral'; Consultora de Imagem e Estilo Pessoal; Trainer e Coach de Apresentações, Discursos e Treinamentos; Master Practitioner em PNL - Programação Neurolinguística (Instituto de Berlim/Rio); Especialista em Experiência de Aprendizagem Mediada (Icelp/Rio) e Emotologia; Terapeuta no 'método Padovan de Reorganização Neurofuncional'.
Desde 1991, ministra treinamentos e cursos individuais, grupos e empresarial em todo o Brasil.
Este texto pode ser reproduzido DESDE que seja MENCIONADA a AUTORIA e a FONTE de onde o mesmo foi extraído.
Lei 9610/98 – Proteção dos direitos intelectuais.
Copyright dP® 2008 (Todos os direitos são reservados)
Texto registrado no EDA
Inclusa na estratégia de planejamento, evidentemente, estará a indispensável criação de objetivos, metas e prazos definidos para as pequenas conquistas. Por exemplo, se você era um tímido e se considerava incapaz de se soltar para dançar – mas sempre sonhou com isso, matricule-se num curso de dança de salão e lembre-se: você COMBINOU COM VOCÊ MESMO que QUER MUDAR, QUER ter um COMPORTAMENTO DIFERENTE. Então vá! Lembre-se: agora você tem um objetivo.
Aos poucos, você, sendo cúmplice de você mesmo, estará reconstruindo sua auto-imagem
(1)- Carrol Lewis, Trad. Fernanda L. de Almeida - Alice no País das Maravilhas – Ed. Ática, 2ª ed. 1986
DENISE PUPPIN é fonoaudióloga (4744 RJ), Professora de Oratória (acadêmica, artística, forense, política, popular e sacra) e Retória contemporânea; Consultora em Comunicação Humana com ênfase no desenvolvimento do 'Ser Integral'; Consultora de Imagem e Estilo Pessoal; Trainer e Coach de Apresentações, Discursos e Treinamentos; Master Practitioner em PNL - Programação Neurolinguística (Instituto de Berlim/Rio); Especialista em Experiência de Aprendizagem Mediada (Icelp/Rio) e Emotologia; Terapeuta no 'método Padovan de Reorganização Neurofuncional'.
Desde 1991, ministra treinamentos e cursos individuais, grupos e empresarial em todo o Brasil.
Este texto pode ser reproduzido DESDE que seja MENCIONADA a AUTORIA e a FONTE de onde o mesmo foi extraído.
Lei 9610/98 – Proteção dos direitos intelectuais.
Copyright dP® 2008 (Todos os direitos são reservados)
Texto registrado no EDA
domingo, 16 de outubro de 2011
Como sair da Zona de Conforto antes que as pantufas sufoquem
Viver em total conforto, sem stress, pressão, medo ou ansiedade pode parecer um paraíso, mas no fim tanta segurança pode massacrar sua vida. Mas o que há de errado em permanecer confortável? Nada, se você não transformar sua vida em um SPA.
Zonas de conforto são ótimos cenários para relaxar e deixar o cérebro em ponto morto por algum tempo, mas uma permanência mais longa sufoca valores fundamentais para a realização pessoal, como criatividade, audácia, paixão, confiança e coragem.
O paradoxo é que quanto mais você avança sobre situações e áreas em que não se sente confortável, mais amplia sua própria zona de conforto. Enfrentar novas situações nos ajuda a desenvolver novas capacidades e nossa confiança na realização, multiplicando os cenários em que nos sentimos capazes e relaxados.
Entretanto, zonas de desconforto lhe obrigam a enfrentar vários temores:
* Medo de errar
* Medo de perder dinheiro
* Medo de ser ridículo
* Medo de demonstrar defeitos
* Medo de falar seus sentimentos
* Medo do desconhecido.
Não despreze também o poder da inércia. Estamos presos aos nossos hábitos, e qualquer movimento fora da nossa rotina requer esforço extra.
Felizmente, você também pode criar o hábito de desafiar sua rotina, sempre ligada a velhos pensamentos e velhos padrões. Considere fazer listas de pequenos desafios que o ajudariam a sair do ponto em que está agora:
* Que novo hábito poderia desenvolver?
* Que novos projetos poderia iniciar?
* Que novas habilidades poderia aprender?
* Quais seriam as direções mais desafiadoras para sua carreira?
* Que coisas gostaria de fazer, mas fica nervoso só de pensar em tentar?
Que tal seguir alguns passos…?
Questione seu conforto.
Marque no calendário uma vez por mês para se questionar seriamente se sua vida não está tranqüila demais, se está estimulando sua criatividade o suficiente, criando novos desafios ou investindo em novos aprendizados.
http://lutandocontraatimidez.blogspot.com/
Zonas de conforto são ótimos cenários para relaxar e deixar o cérebro em ponto morto por algum tempo, mas uma permanência mais longa sufoca valores fundamentais para a realização pessoal, como criatividade, audácia, paixão, confiança e coragem.
O paradoxo é que quanto mais você avança sobre situações e áreas em que não se sente confortável, mais amplia sua própria zona de conforto. Enfrentar novas situações nos ajuda a desenvolver novas capacidades e nossa confiança na realização, multiplicando os cenários em que nos sentimos capazes e relaxados.
Entretanto, zonas de desconforto lhe obrigam a enfrentar vários temores:
* Medo de errar
* Medo de perder dinheiro
* Medo de ser ridículo
* Medo de demonstrar defeitos
* Medo de falar seus sentimentos
* Medo do desconhecido.
Não despreze também o poder da inércia. Estamos presos aos nossos hábitos, e qualquer movimento fora da nossa rotina requer esforço extra.
Felizmente, você também pode criar o hábito de desafiar sua rotina, sempre ligada a velhos pensamentos e velhos padrões. Considere fazer listas de pequenos desafios que o ajudariam a sair do ponto em que está agora:
* Que novo hábito poderia desenvolver?
* Que novos projetos poderia iniciar?
* Que novas habilidades poderia aprender?
* Quais seriam as direções mais desafiadoras para sua carreira?
* Que coisas gostaria de fazer, mas fica nervoso só de pensar em tentar?
Que tal seguir alguns passos…?
Questione seu conforto.
Marque no calendário uma vez por mês para se questionar seriamente se sua vida não está tranqüila demais, se está estimulando sua criatividade o suficiente, criando novos desafios ou investindo em novos aprendizados.
http://lutandocontraatimidez.blogspot.com/
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
PERCA A VERGONHA - Timidez também tem suas vantagens, dizem especialistas
Em um mundo que não para de falar, ser tímido é quase ser doente. Na escola, a participação em aula vale nota; no trabalho, a vaga depende da dinâmica de grupo.
Está mais difícil cultivar o temperamento "para dentro". Dê um Google e veja: "perder a timidez" e "vencer a timidez" lideram as buscas sobre o tema.
"Nossas instituições estão montadas para acomodar o talento dos extrovertidos. O introvertido fica de lado, gastando energia na tentativa de ser diferente", diz a autora americana Susan Cain.
Tímida confessa, ela diz que graças a isso pôde formar alianças e negociar, nos sete anos em que advogou para grandes corporações.
"A impressão de que ser tímido é uma desvantagem não é verdadeira", disse Cain à Folha. "Para ser criativo, você deve tolerar a solidão."
Ela diferencia timidez e introversão: uma é o medo de julgamento social e atinge metade das pessoas; outra é a preferência por ficar em lugares tranquilos e com poucos estímulos, tendência encontrada em cerca de um terço da população, segundo as estimativas da autora.
Hoje, Cain mantém um blog com pesquisas sobre o "poder dos introvertidos" e se prepara para lançar o livro "Quiet" (quieto) nos EUA.
Em artigo publicado em junho no "New York Times", Cain afirmou que tímidos e introvertidos correm menos risco de ser internados, de se envolver em acidentes e são predispostos a aprender e a manter uma relação afetiva.
Ainda assim, conclui, timidez e introversão dividem o mesmo status depreciativo.
"NETWORKING"
Nos últimos cinco anos, aumentou a preocupação dos pais com a timidez dos filhos, na percepção da pedagoga Maria Claudia Poletto.
"Eles acham que serão chamados à escola só porque o filho é tímido, como se fosse um comportamento errado."
Aluno falante nem sempre é bom, lembra ela. "Quem fala muito fala besteira. Para se colocar no grupo, tem que falar algo pertinente."
Essa pressão é reflexo das exigências sociais na escola. "Os pais transportam para a vida das crianças o que é importante para eles. Acham que dormir na casa do amiguinho é 'networking'."
O professor de expressão verbal Reinaldo Polito estima atender 1.600 alunos anualmente no curso que leva seu nome e nas outras instituições onde que leciona. Uns querem se desinibir, outros querem perder o medo de falar em público.
"A pessoa está condenada a falar bem", afirma Polito. "Tudo, hoje, leva a pessoa a interagir." Para falar bem, seus alunos aprendem a contar histórias e a fazer as perguntas "certas", capazes de alimentar uma conversa.
"Num processo seletivo, o candidato será avaliado pela forma como se comunica, já que formação não é mais o diferencial."
MEDO DE CONTATO
O agente fiscal Alexandre de Aguiar Júnior, 28, prestou concurso público para fugir das entrevistas de emprego. "Gaguejava, ficava vermelho, suava", conta.
Suas dificuldades não acabaram. "Durante o dia preciso ficar falando ao telefone o tempo todo. Se pudesse, teria um trabalho que não exigisse falar com ninguém."
Casos extremos podem se enquadrar no diagnóstico de fobia social. O medo da avaliação externa é tanto que a pessoa evita o contato social.
Para tratar a fobia, o terapeuta pode, aos poucos, expor o paciente a situações sociais que ele teme.
Timidez não é doença, e sim estilo, reforça a psicanalista Norma Semer. Segundo ela, o tímido ainda leva uma vantagem em relação aos desinibidos: ele pensa bem antes de decidir, é mais cuidadoso. "Agir sem pensar é um perigo. Leva a uma falta de consideração pelo outro e pela realidade."
O universitário Haiser Ferreira, 22, acredita que sua introspecção o torna mais sensível ao sofrimento alheio. "Ouço mais do que falo."
Haiser conheceu a namorada pela internet, em uma comunidade de tímidos, moderada por ele. "É mais fácil fazer amigos lá, as pessoas não estão te vendo e são parecidas com você."
CURSO REINALDO POLITO
Aulas práticas e teóricas para combater a inibição e o medo de falar em público. Doze aulas de três horas, uma vez por semana. A matrícula e as três mensalidades custam R$ 1.050 cada uma.
www.polito.com.br
INSTITUTO FALEBEM
Aulas de oratória e desinibição. Duas aulas de oito horas aos sábados ou quatro aulas de quatro horas durante a semana. Quatro parcelas de R$ 143,75. www.institutofalebem.com.br
ESCOLA RECRIARTE
Usa técnicas teatrais de expressão verbal e corporal para desinibir o aluno. Aulas semanais de três horas por nove meses. A matrícula custa R$ 150, mais dez mensalidades de R$ 160 cada uma.
www.escolarecriarte.com.br
TEATRO-ESCOLA MACUNAÍMA
Jogos e improvisações teatrais. Aulas semanais de três horas por dois meses. Duas parcelas de
R$ 188. www.macunaima.com.br
TEATRO-ESCOLA CÉLIA HELENA
Aulas de interpretação e técnicas de expressão corporal e vocal. Aulas semanais de três horas de três a quatro meses. Mensalidades custam R$ 270. www.celiahelena.com.br
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/988300-timidez-tambem-tem-suas-vantagens-dizem-especialistas.shtml
Está mais difícil cultivar o temperamento "para dentro". Dê um Google e veja: "perder a timidez" e "vencer a timidez" lideram as buscas sobre o tema.
"Nossas instituições estão montadas para acomodar o talento dos extrovertidos. O introvertido fica de lado, gastando energia na tentativa de ser diferente", diz a autora americana Susan Cain.
Tímida confessa, ela diz que graças a isso pôde formar alianças e negociar, nos sete anos em que advogou para grandes corporações.
"A impressão de que ser tímido é uma desvantagem não é verdadeira", disse Cain à Folha. "Para ser criativo, você deve tolerar a solidão."
Ela diferencia timidez e introversão: uma é o medo de julgamento social e atinge metade das pessoas; outra é a preferência por ficar em lugares tranquilos e com poucos estímulos, tendência encontrada em cerca de um terço da população, segundo as estimativas da autora.
Hoje, Cain mantém um blog com pesquisas sobre o "poder dos introvertidos" e se prepara para lançar o livro "Quiet" (quieto) nos EUA.
Em artigo publicado em junho no "New York Times", Cain afirmou que tímidos e introvertidos correm menos risco de ser internados, de se envolver em acidentes e são predispostos a aprender e a manter uma relação afetiva.
Ainda assim, conclui, timidez e introversão dividem o mesmo status depreciativo.
"NETWORKING"
Nos últimos cinco anos, aumentou a preocupação dos pais com a timidez dos filhos, na percepção da pedagoga Maria Claudia Poletto.
"Eles acham que serão chamados à escola só porque o filho é tímido, como se fosse um comportamento errado."
Aluno falante nem sempre é bom, lembra ela. "Quem fala muito fala besteira. Para se colocar no grupo, tem que falar algo pertinente."
Essa pressão é reflexo das exigências sociais na escola. "Os pais transportam para a vida das crianças o que é importante para eles. Acham que dormir na casa do amiguinho é 'networking'."
O professor de expressão verbal Reinaldo Polito estima atender 1.600 alunos anualmente no curso que leva seu nome e nas outras instituições onde que leciona. Uns querem se desinibir, outros querem perder o medo de falar em público.
"A pessoa está condenada a falar bem", afirma Polito. "Tudo, hoje, leva a pessoa a interagir." Para falar bem, seus alunos aprendem a contar histórias e a fazer as perguntas "certas", capazes de alimentar uma conversa.
"Num processo seletivo, o candidato será avaliado pela forma como se comunica, já que formação não é mais o diferencial."
MEDO DE CONTATO
O agente fiscal Alexandre de Aguiar Júnior, 28, prestou concurso público para fugir das entrevistas de emprego. "Gaguejava, ficava vermelho, suava", conta.
Suas dificuldades não acabaram. "Durante o dia preciso ficar falando ao telefone o tempo todo. Se pudesse, teria um trabalho que não exigisse falar com ninguém."
Casos extremos podem se enquadrar no diagnóstico de fobia social. O medo da avaliação externa é tanto que a pessoa evita o contato social.
Para tratar a fobia, o terapeuta pode, aos poucos, expor o paciente a situações sociais que ele teme.
Timidez não é doença, e sim estilo, reforça a psicanalista Norma Semer. Segundo ela, o tímido ainda leva uma vantagem em relação aos desinibidos: ele pensa bem antes de decidir, é mais cuidadoso. "Agir sem pensar é um perigo. Leva a uma falta de consideração pelo outro e pela realidade."
O universitário Haiser Ferreira, 22, acredita que sua introspecção o torna mais sensível ao sofrimento alheio. "Ouço mais do que falo."
Haiser conheceu a namorada pela internet, em uma comunidade de tímidos, moderada por ele. "É mais fácil fazer amigos lá, as pessoas não estão te vendo e são parecidas com você."
*
PERCA A VERGONHACURSO REINALDO POLITO
Aulas práticas e teóricas para combater a inibição e o medo de falar em público. Doze aulas de três horas, uma vez por semana. A matrícula e as três mensalidades custam R$ 1.050 cada uma.
www.polito.com.br
INSTITUTO FALEBEM
Aulas de oratória e desinibição. Duas aulas de oito horas aos sábados ou quatro aulas de quatro horas durante a semana. Quatro parcelas de R$ 143,75. www.institutofalebem.com.br
ESCOLA RECRIARTE
Usa técnicas teatrais de expressão verbal e corporal para desinibir o aluno. Aulas semanais de três horas por nove meses. A matrícula custa R$ 150, mais dez mensalidades de R$ 160 cada uma.
www.escolarecriarte.com.br
TEATRO-ESCOLA MACUNAÍMA
Jogos e improvisações teatrais. Aulas semanais de três horas por dois meses. Duas parcelas de
R$ 188. www.macunaima.com.br
TEATRO-ESCOLA CÉLIA HELENA
Aulas de interpretação e técnicas de expressão corporal e vocal. Aulas semanais de três horas de três a quatro meses. Mensalidades custam R$ 270. www.celiahelena.com.br
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/988300-timidez-tambem-tem-suas-vantagens-dizem-especialistas.shtml
domingo, 11 de setembro de 2011
Timidez x Fobia social - MGTV 1ª Edição tratou do Assunto
http://g1.globo.com/videos/minas-gerais/v/psicologa-fala-sobre-a-timidez/1626059/
Ontem, na hora do almoço, passou no MG TV 1ª Edição um papo de 4 minutos com uma psicóloga, ela falou sobre as diferenças de timidez e fobia social.
Foi rápido, porém, útil, pediu que a família e amigos de uma pessoa tímida tenha mais compreensão e entendimento.
Que o tímido enfrenta todos os dias a situação que para muitos é simples, mas pra gente é complicada. Enfim, seria bom que vocês assistissem, eu gostei bastante.
Ontem, na hora do almoço, passou no MG TV 1ª Edição um papo de 4 minutos com uma psicóloga, ela falou sobre as diferenças de timidez e fobia social.
Foi rápido, porém, útil, pediu que a família e amigos de uma pessoa tímida tenha mais compreensão e entendimento.
Que o tímido enfrenta todos os dias a situação que para muitos é simples, mas pra gente é complicada. Enfim, seria bom que vocês assistissem, eu gostei bastante.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Introvertido, tudo bem!
Você sofre quando precisa falar em público? E ainda seus colegas o consideram anti-social? Fique calmo, não há nada de errado. Pode ser que você seja apenas mais introvertido e, diferentemente do que se pensa, essa característica não é barreira para o crescimento profissional. O importante, de acordo com a coach americana Wendy Gelberg, é gerenciar a situação e, em alguns casos, até tirar proveito dela. Wendy tem uma consultoria de aconselhamento de carreira e lançou no mês passado o livro The Successful Introvert: How to... Enhance Your Job Search and Advance Your Career (“O introvertido de sucesso: como melhorar sua pesquisa de emprego e avançar na carreira”), inédito no Brasil. “Nas empresas, quase metade das pessoas é mais recatada e isso inclui figuras bem-sucedidas, como Bill Gates e Warren Buffett”, diz Wendy Gelberg. Uma pesquisa realizada com 2 300 empresas nos Estados Unidos há dois anos mostra que CEOs tendem a ser mais reservados que seus subordinados.
*
O teste mediu o grau de sociabilidade de executivos e verificou que entre vice-presidentes e diretores o índice era de 72%. Já entre presidentes, o grau de extroversão era de 58%, o que significa que 42% dos CEOs tendem a ser mais recatados. A introversão costuma ser tratada como sinônimo de timidez, o que, segundo Wendy, é um engano. “Muita gente se considera tímida quando é, na verdade, introvertida”, diz. Trata-se de uma questão psicológica. O introvertido opta voluntariamente por atividades solitárias. O tímido evita interações com outras pessoas por medo. “Se a pessoa for tímida em excesso, deve procurar ajuda psicológica”, recomenda a coach. “Os introvertidos preferem a solidão para raciocinar. Os tímidos até gostam de participar de eventos sociais, mas falta-lhes confiança para isso.” No ambiente corporativo, o desafio do introvertido é gerenciar a quantidade de interações humanas que é obrigado a fazer diariamente. Para quem prefere a solidão, o trabalho em grupo normalmente é exaustivo. “Introspectivos gostam de pensar primeiro antes de falar e sofrem quando são obrigados a dar respostas rápidas para chefes, ou quando participam de reuniões e seminários”, diz Wendy.
*
Comentário: É fundamental para uma pessoa ter sucesso na carreira dentro de uma organização, ser espontânea e deixar a timidez de lado, saber controlar isso dentro de você. Tente fazer tudo que acha que seja importante, sem temer o que vão pensar e também, nao pense se vai perder. Uma carreira de sucesso é mais gloriosa quando se passa e se vence os obstáculos que passam pelo seu caminho e, não quando as coisa vêm fácil.Se tem de falar, fale! Se tem que lutar, lute!
Baseado: vocesa.abril.uol.com.br/edicoes/0125/aberto/materia/mt_400919.shtml
BY: Nixon Rocha
http://administracaoemevidencia.blogspot.com/2008/12/introvertido-tudo-bem.html
*
O teste mediu o grau de sociabilidade de executivos e verificou que entre vice-presidentes e diretores o índice era de 72%. Já entre presidentes, o grau de extroversão era de 58%, o que significa que 42% dos CEOs tendem a ser mais recatados. A introversão costuma ser tratada como sinônimo de timidez, o que, segundo Wendy, é um engano. “Muita gente se considera tímida quando é, na verdade, introvertida”, diz. Trata-se de uma questão psicológica. O introvertido opta voluntariamente por atividades solitárias. O tímido evita interações com outras pessoas por medo. “Se a pessoa for tímida em excesso, deve procurar ajuda psicológica”, recomenda a coach. “Os introvertidos preferem a solidão para raciocinar. Os tímidos até gostam de participar de eventos sociais, mas falta-lhes confiança para isso.” No ambiente corporativo, o desafio do introvertido é gerenciar a quantidade de interações humanas que é obrigado a fazer diariamente. Para quem prefere a solidão, o trabalho em grupo normalmente é exaustivo. “Introspectivos gostam de pensar primeiro antes de falar e sofrem quando são obrigados a dar respostas rápidas para chefes, ou quando participam de reuniões e seminários”, diz Wendy.
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Comentário: É fundamental para uma pessoa ter sucesso na carreira dentro de uma organização, ser espontânea e deixar a timidez de lado, saber controlar isso dentro de você. Tente fazer tudo que acha que seja importante, sem temer o que vão pensar e também, nao pense se vai perder. Uma carreira de sucesso é mais gloriosa quando se passa e se vence os obstáculos que passam pelo seu caminho e, não quando as coisa vêm fácil.Se tem de falar, fale! Se tem que lutar, lute!
Baseado: vocesa.abril.uol.com.br/edicoes/0125/aberto/materia/mt_400919.shtml
BY: Nixon Rocha
http://administracaoemevidencia.blogspot.com/2008/12/introvertido-tudo-bem.html
Da turma do fundão aos tímidos: pesquisa mostra tipos de alunos - MATÉRIA DO SITE TERRA
Segundo especialistas, é importante que o professor "entenda" o perfil dos seus alunos para aumentar o rendimento da turma
Foto: Ilustração/Diego Medina/Terra
A patricinha, o roqueiro, o sonolento, a estudiosa. Os tipos de alunos encontrados em uma escola já foram retratados com humor em filmes adolescentes e em videoclipes musicais, mas agora pesquisadores da Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) traçaram um perfil psicológico de 51 mil pessoas que deve servir para que os professores "entendam seus alunos".
Fazendo uso de um questionário online (www.temperamento.com.br), os estudiosos analisaram o perfil de pessoas com idades entre 11 e 32 anos. Médico psiquiatra e professor titular da Faculdade de Biociências da PUCRS, Diogo Lara aplicou os resultados obtidos em uma sala de aula e concluiu que, dentro de um ambiente de ensino, existem quatro perfis de estudantes: estáveis, internalizados ou inibidos, instáveis e externalizados.
De acordo com ele, esses perfis são baseados em características pessoais e sentimentos que se manifestam no indivíduo durante uma aula, seja da escola ou da faculdade. "Os tipos são determinantes para o sucesso ou fracasso do ensino. O desafio do professor é se adequar aos seus estudantes para aumentar o rendimento da turma", diz.
O perfil predominante em uma escola são os estáveis, que compreendem 30% da população escolar. "Eles são perfeccionistas, bem dispostos e têm perfil de liderança. É o grupo mais fácil de trabalhar, pois se adaptam a diferentes tipos de atividades com facilidade", explica Lara. Contudo, o mesmo não acontece com os internalizados ou inibidos, que representam de 20% a 25% dos estudantes e possuem características como timidez e depressão. Eles lidam bem com aulas expositivas, mas não gostam de trabalho em grupo. Além disso, participam pouco da aula.
Os conhecidos como "galera do fundão", também foram identificados na pesquisa, em que receberam a denominação de instáveis e representam de 20% a 25% dos alunos em uma sala de aula. Possuindo comportamentos como alternância de humor e agitação, esse grupo tende a não lidar bem com regras e ensinamentos monótonos. Segundo o psiquiatra, os professores devem ser pacientes com este grupo e saber conversar. Aulas interativas são bem recebidas por eles.
Por fim, existem ainda os externalizados, que também se sentam no fundo da sala e representam de 20% a 25% dos estudantes. Conforme o estudo, eles são desinibidos e não gostam de aulas formais, preferindo atividades dinâmicas e esportivas, nas quais possam descarregar energia. Lara explica que a diferença deste grupo para os instáveis está na forma como lidam com conflitos. "Os instáveis se magoam, e os externalizados passam para a briga", define. Ou seja, os grupos externalizados e instáveis, que juntos representam 40% dos estudantes, não aprendem com o tipo de aula mais usada nas escolas: as expositivas.
O pesquisador explica que o estudo comprova que o sucesso em sala de aula depende da capacidade do professor de saber ler seus alunos e variar os tipos de exercícios para atingir todos os grupos. "Em uma sala de aula, sempre vai existir os quatro perfis. Mas se houver predomínio de algum tipo, o professor deve se adaptar para dar aulas em um estilo que se encaixe mais com a maioria. Por exemplo: dar aulas mais dinâmicas e interativas em uma turma com mais instáveis e externalizados", recomenda.
Observação e intuição do professor ajudam a identificar perfis
Para os professores que desejam reconhecer os perfis dos seus alunos, Lara sugere analisar o local onde os estudantes costumam sentar. Os estáveis, por exemplo, preferem as mesas no centro ou na frente da sala. Os Inibidos, geralmente, escolhem as cadeiras da frente, e os externalizados e instáveis se reúnem nas classes do fundo. "Normalmente, os educadores conseguem perceber isso por intuição e observação. A questão é saber se eles estão trabalhando com essa diversidade", diz.
Ou seja, segundo sugere o psiquiatra, não é preciso usar metodologia científica para identificar os diferentes tipos de alunos em uma aula. Com sensibilidade, alguns professores fazem suas próprias definições de perfis e trabalham a partir disso.
O professor universitário Arievaldo Alves de Lima, da Universidade Estácio de Sá, do Rio de Janeiro, tem o costume de observar muito seus alunos nos primeiros dias de aulas e realizar atividades interativas seguidas de alguns questionários. O objetivo do educador de Ciências Contábeis é traçar o perfil de seus estudantes para saber qual o tipo de aula será mais eficaz para cada um deles. "Cada um tem o seu modelo próprio de ação e recepção do aprendizado, e o professor precisa compreender isso", afirma.
Lima conta que passou a ter essa sensibilidade somente depois que se formou em Pedagogia. Devido a anos de experiência e observação, o professor também traçou quatro perfis de alunos. O primeiro grupo é o que Lima chama de diplomatas: "Esse aluno prefere trabalhar com pessoas a lidar com informação escrita; prefere estudar em grupo e gosta de atenção especial do professor". Também existem os burocratas, que gostam de trabalhar sozinhos com leituras, textos e exercícios. "Esse grupo tende a rejeitar atividades subjetivas, pois eles dão valor à informação documentada que faz com que tenham controle de seu estudo. Além disso, eles costumam pensar muito antes de falar, o que resulta em uma baixa participação em sala de aula", afirma Lima.
Outro perfil de estudante observado pelo professor são os práticos, que preferem que a aula vá direito ao ponto, sem ações paralelas. "Eles gostam de realizar exercícios e preferem trabalhar sozinhos. Minha dica para trabalhar com eles é abusar de listas como, cinco regras para acentuar bem, três axiomas de probabilidade, etc.". Contudo, este tipo de exercício não irá funcionar para os radicais, que respondem a aulas cheias de novidades e interatividades. "Eles basicamente são a turma do fundão e se interessam por aulas em power point, com vídeos e cheias de histórias ilustrativas e curiosas", ensina.
A professora de inglês e espanhol da Escola de Idiomas CCAA, de Diadema (SP), Zailda Coirano, define seus alunos pela motivação de cada um deles para estar ali. Ela afirma perceber que alguns alunos são motivados pela vontade de serem os melhores da turma e ser reconhecidos por isso, outros, somente pelo desejo de fazer amigos e serem aceitos pelo grupo. Um último grupo é o que ela chama de individualistas, são preocupados com o conteúdo em si e com sua própria compreensão e aprendizagem.
"Quando um aluno está com dificuldades, por exemplo, eu vou incentivá-lo de acordo com sua motivação. Se ele for individualista, vou dizer que ele deve melhorar para não rodar, por exemplo. Já se ele for preocupado com o grupo, vou usar o argumento de que ele precisa estudar para acompanhar os colegas", ensina, destacando que percebeu um maior rendimento dos alunos quando passou a trabalhar dessa forma.
http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5267453-EI8266,00-Da+turma+do+fundao+aos+timidos+pesquisa+mostra+tipos+de+alunos.html
Fazendo uso de um questionário online (www.temperamento.com.br), os estudiosos analisaram o perfil de pessoas com idades entre 11 e 32 anos. Médico psiquiatra e professor titular da Faculdade de Biociências da PUCRS, Diogo Lara aplicou os resultados obtidos em uma sala de aula e concluiu que, dentro de um ambiente de ensino, existem quatro perfis de estudantes: estáveis, internalizados ou inibidos, instáveis e externalizados.
De acordo com ele, esses perfis são baseados em características pessoais e sentimentos que se manifestam no indivíduo durante uma aula, seja da escola ou da faculdade. "Os tipos são determinantes para o sucesso ou fracasso do ensino. O desafio do professor é se adequar aos seus estudantes para aumentar o rendimento da turma", diz.
O perfil predominante em uma escola são os estáveis, que compreendem 30% da população escolar. "Eles são perfeccionistas, bem dispostos e têm perfil de liderança. É o grupo mais fácil de trabalhar, pois se adaptam a diferentes tipos de atividades com facilidade", explica Lara. Contudo, o mesmo não acontece com os internalizados ou inibidos, que representam de 20% a 25% dos estudantes e possuem características como timidez e depressão. Eles lidam bem com aulas expositivas, mas não gostam de trabalho em grupo. Além disso, participam pouco da aula.
Os conhecidos como "galera do fundão", também foram identificados na pesquisa, em que receberam a denominação de instáveis e representam de 20% a 25% dos alunos em uma sala de aula. Possuindo comportamentos como alternância de humor e agitação, esse grupo tende a não lidar bem com regras e ensinamentos monótonos. Segundo o psiquiatra, os professores devem ser pacientes com este grupo e saber conversar. Aulas interativas são bem recebidas por eles.
Por fim, existem ainda os externalizados, que também se sentam no fundo da sala e representam de 20% a 25% dos estudantes. Conforme o estudo, eles são desinibidos e não gostam de aulas formais, preferindo atividades dinâmicas e esportivas, nas quais possam descarregar energia. Lara explica que a diferença deste grupo para os instáveis está na forma como lidam com conflitos. "Os instáveis se magoam, e os externalizados passam para a briga", define. Ou seja, os grupos externalizados e instáveis, que juntos representam 40% dos estudantes, não aprendem com o tipo de aula mais usada nas escolas: as expositivas.
O pesquisador explica que o estudo comprova que o sucesso em sala de aula depende da capacidade do professor de saber ler seus alunos e variar os tipos de exercícios para atingir todos os grupos. "Em uma sala de aula, sempre vai existir os quatro perfis. Mas se houver predomínio de algum tipo, o professor deve se adaptar para dar aulas em um estilo que se encaixe mais com a maioria. Por exemplo: dar aulas mais dinâmicas e interativas em uma turma com mais instáveis e externalizados", recomenda.
Observação e intuição do professor ajudam a identificar perfis
Para os professores que desejam reconhecer os perfis dos seus alunos, Lara sugere analisar o local onde os estudantes costumam sentar. Os estáveis, por exemplo, preferem as mesas no centro ou na frente da sala. Os Inibidos, geralmente, escolhem as cadeiras da frente, e os externalizados e instáveis se reúnem nas classes do fundo. "Normalmente, os educadores conseguem perceber isso por intuição e observação. A questão é saber se eles estão trabalhando com essa diversidade", diz.
Ou seja, segundo sugere o psiquiatra, não é preciso usar metodologia científica para identificar os diferentes tipos de alunos em uma aula. Com sensibilidade, alguns professores fazem suas próprias definições de perfis e trabalham a partir disso.
O professor universitário Arievaldo Alves de Lima, da Universidade Estácio de Sá, do Rio de Janeiro, tem o costume de observar muito seus alunos nos primeiros dias de aulas e realizar atividades interativas seguidas de alguns questionários. O objetivo do educador de Ciências Contábeis é traçar o perfil de seus estudantes para saber qual o tipo de aula será mais eficaz para cada um deles. "Cada um tem o seu modelo próprio de ação e recepção do aprendizado, e o professor precisa compreender isso", afirma.
Lima conta que passou a ter essa sensibilidade somente depois que se formou em Pedagogia. Devido a anos de experiência e observação, o professor também traçou quatro perfis de alunos. O primeiro grupo é o que Lima chama de diplomatas: "Esse aluno prefere trabalhar com pessoas a lidar com informação escrita; prefere estudar em grupo e gosta de atenção especial do professor". Também existem os burocratas, que gostam de trabalhar sozinhos com leituras, textos e exercícios. "Esse grupo tende a rejeitar atividades subjetivas, pois eles dão valor à informação documentada que faz com que tenham controle de seu estudo. Além disso, eles costumam pensar muito antes de falar, o que resulta em uma baixa participação em sala de aula", afirma Lima.
Outro perfil de estudante observado pelo professor são os práticos, que preferem que a aula vá direito ao ponto, sem ações paralelas. "Eles gostam de realizar exercícios e preferem trabalhar sozinhos. Minha dica para trabalhar com eles é abusar de listas como, cinco regras para acentuar bem, três axiomas de probabilidade, etc.". Contudo, este tipo de exercício não irá funcionar para os radicais, que respondem a aulas cheias de novidades e interatividades. "Eles basicamente são a turma do fundão e se interessam por aulas em power point, com vídeos e cheias de histórias ilustrativas e curiosas", ensina.
A professora de inglês e espanhol da Escola de Idiomas CCAA, de Diadema (SP), Zailda Coirano, define seus alunos pela motivação de cada um deles para estar ali. Ela afirma perceber que alguns alunos são motivados pela vontade de serem os melhores da turma e ser reconhecidos por isso, outros, somente pelo desejo de fazer amigos e serem aceitos pelo grupo. Um último grupo é o que ela chama de individualistas, são preocupados com o conteúdo em si e com sua própria compreensão e aprendizagem.
"Quando um aluno está com dificuldades, por exemplo, eu vou incentivá-lo de acordo com sua motivação. Se ele for individualista, vou dizer que ele deve melhorar para não rodar, por exemplo. Já se ele for preocupado com o grupo, vou usar o argumento de que ele precisa estudar para acompanhar os colegas", ensina, destacando que percebeu um maior rendimento dos alunos quando passou a trabalhar dessa forma.
http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5267453-EI8266,00-Da+turma+do+fundao+aos+timidos+pesquisa+mostra+tipos+de+alunos.html
domingo, 3 de julho de 2011
Descubra cinco aspectos positivos da timidez
1- A timidez evita que as pessoas dominem as conversas
É comum as pessoas quererem falar e não se interessarem pelo que o outro tem a dizer. Um tímido, pelo contrário, pode ser um excelente ouvinte. "Demonstrar um interesse pelo outro, dar lugar para que o outro se coloque, são algumas das qualidades de uma pessoa mais tímida", ressalta a psicóloga Anna Hirsch Burg, do Núcleo Brasileiro de Pesquisas Psicanalíticas. Ela afirma que, quando a pessoa sempre tem que falar e ocupar o "centro do palco", pode ser sinal de grande insegurança - e até maior que a de alguém tímido.
É comum as pessoas quererem falar e não se interessarem pelo que o outro tem a dizer. Um tímido, pelo contrário, pode ser um excelente ouvinte. "Demonstrar um interesse pelo outro, dar lugar para que o outro se coloque, são algumas das qualidades de uma pessoa mais tímida", ressalta a psicóloga Anna Hirsch Burg, do Núcleo Brasileiro de Pesquisas Psicanalíticas. Ela afirma que, quando a pessoa sempre tem que falar e ocupar o "centro do palco", pode ser sinal de grande insegurança - e até maior que a de alguém tímido.
2- Preserva a sua vida pessoal e a sua imagem
O tímido, por não expor muito seus pensamentos e sentimentos e apresentar certo "acanhamento" - incômodo ou inibição nos relacionamentos interpessoais -, preserva a sua imagem e não se expõe demais perante os outros nas situações cotidianas. De acordo com a coordenadora do setor de gerenciamento de estresse e qualidade de vida da Unifesp, Denise Diniz, um dos aspectos positivos desse tipo de atitude é a defesa. A pessoa acaba tendo uma atitude de cautela, buscando a atitude adequada para a situação. O tímido preserva a sua vida pessoal, apresenta um baixo volume de voz e costuma ser uma pessoa mais comedida.
O tímido, por não expor muito seus pensamentos e sentimentos e apresentar certo "acanhamento" - incômodo ou inibição nos relacionamentos interpessoais -, preserva a sua imagem e não se expõe demais perante os outros nas situações cotidianas. De acordo com a coordenadora do setor de gerenciamento de estresse e qualidade de vida da Unifesp, Denise Diniz, um dos aspectos positivos desse tipo de atitude é a defesa. A pessoa acaba tendo uma atitude de cautela, buscando a atitude adequada para a situação. O tímido preserva a sua vida pessoal, apresenta um baixo volume de voz e costuma ser uma pessoa mais comedida.
3- As pessoas se aproximam de tímidos com interesse genuíno
Alguns tímidos transmitem paz e tranquilidade. A psicanalista Anna Burg enfatiza que, muitas vezes, pessoas caladas e tímidas são vistas como alguém que não fala porque está escondendo o "ouro", ou seja, alguém muito sábio, que pensa para falar e tem respostas geniais para os problemas. Dessa forma, as pessoas tímidas podem ser requisitadas de maneira genuína para se tornarem amigas. Por serem mais discretas, costumam guardar melhor os segredos dos outros e esta é uma qualidade que aumenta a confiança, imprescindível em qualquer amizade.
Alguns tímidos transmitem paz e tranquilidade. A psicanalista Anna Burg enfatiza que, muitas vezes, pessoas caladas e tímidas são vistas como alguém que não fala porque está escondendo o "ouro", ou seja, alguém muito sábio, que pensa para falar e tem respostas geniais para os problemas. Dessa forma, as pessoas tímidas podem ser requisitadas de maneira genuína para se tornarem amigas. Por serem mais discretas, costumam guardar melhor os segredos dos outros e esta é uma qualidade que aumenta a confiança, imprescindível em qualquer amizade.
4- São mais cautelosos na hora de se relacionar
A timidez pode servir como o comportamento de adaptação a novos relacionamentos. "Para o começo de relações amorosas ou de amizade, essa cautela do tímido pode ser muito benéfica", adverte a psicóloga Denise. Passada a inibição, cautela e, até mesmo, o medo inicial, o tímido consegue conviver bem com a outra pessoa e só aprofunda a relação quando sabe que o outro também é de confiança e merece respeito e amizade. Dessa forma, eles se decepcionam menos com as suas relações e só investem o seu tempo e o seu carinho em pessoas que fazem por merecer.
A timidez pode servir como o comportamento de adaptação a novos relacionamentos. "Para o começo de relações amorosas ou de amizade, essa cautela do tímido pode ser muito benéfica", adverte a psicóloga Denise. Passada a inibição, cautela e, até mesmo, o medo inicial, o tímido consegue conviver bem com a outra pessoa e só aprofunda a relação quando sabe que o outro também é de confiança e merece respeito e amizade. Dessa forma, eles se decepcionam menos com as suas relações e só investem o seu tempo e o seu carinho em pessoas que fazem por merecer.
5- A timidez evita ofensas desnecessárias
Por não falar tudo o que pensa e ser comedido com as palavras, o tímido evita fazer comentários desnecessários, e assim, não ofende as outras pessoas com "excesso de sinceridade" e de palavras. De acordo com os especialistas entrevistados, vivemos em uma sociedade que exige que as pessoas sejam lindas, inteligentes e extrovertidas. Por conta disso, a timidez pode ser até vista como ruim para os outros, mas não é necessariamente um mal para o tímido. Se esse tipo de comportamento é só mais um fator da sua personalidade e você convive bem com ele, não há razões para mudar a sua essência. Só é preciso preservar a sua autoestima e valorizar-se do jeito que você é.
Por não falar tudo o que pensa e ser comedido com as palavras, o tímido evita fazer comentários desnecessários, e assim, não ofende as outras pessoas com "excesso de sinceridade" e de palavras. De acordo com os especialistas entrevistados, vivemos em uma sociedade que exige que as pessoas sejam lindas, inteligentes e extrovertidas. Por conta disso, a timidez pode ser até vista como ruim para os outros, mas não é necessariamente um mal para o tímido. Se esse tipo de comportamento é só mais um fator da sua personalidade e você convive bem com ele, não há razões para mudar a sua essência. Só é preciso preservar a sua autoestima e valorizar-se do jeito que você é.
http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/13468-Descubra-cinco-aspectos-positivos-da-timidez.htm
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Malvino Salvador: “Era muito tímido para chegar numa mulher”
Esqueça o tipo sarado, extrovertido e conquistador que Malvino Salvador, 35 anos, costuma interpretar na TV. Ele se mostrará tímido, muito atrapalhado e sem o menor traquejo com as mulheres em "Qualquer Gato Vira-Lata", que estreia em circuito nacional nesta sexta-feira (10). Na comédia romântica do diretor Tomás Portella, Malvino interpreta Conrado, um professor de biologia que cria um guia de sedução em que compara o comportamento de casais de namorados ao de animais. O que seria apenas uma teoria ganha a prática quando uma das alunas, Tati, interpretada por Cleo Pires, decide usar as técnicas para conquistar Marcelo (Dudu Azevedo). O que Conrado não esperava é que, ao ajudar a aluna, acaba se apaixonando por ela. A história é uma adaptação da peça "Qualquer Gato Vira-Lata Tem Uma Vida Sexual Mais Saudável Que a Nossa", de Juca de Oliveira.
Como o personagem, o ator confessou, em conversa com QUEM, ter sido muito tímido na adolescência. “Chegava perto de uma mulher e não sabia o que dizer”, lembra ele. Malvino só evita comentar sobre a atriz Sophie Charlotte, com quem tem sido visto frequentemente, o que reforça os rumores de que o casal reatou o namoro, rompido em março deste ano depois de um ano de relacionamento. Mas o ator fala à vontade sobre o amor que sente pela filha, Sofia, de 1 ano e 11 meses (do relacionamento com a secretária-executiva Ana Ceolin Silva): “Foi a melhor coisa que me aconteceu na vida”, diz ele, que em breve voltará à TV. Malvino vai interpretar Quinzé, ex-marido de Teodora, personagem de Carolina Dieckmann em Fina Estampa, a próxima novela das 9 da TV Globo, cuja estreia está prevista para fim de agosto.
QUEM: Seu personagem no filme é diferente dos outros que você já fez. Como foi o processo de composição?
MALVINO SALVADOR: Eu me inspirei numa simbiose de um parente e um amigo. Peguei uma coisa de cada um e coloquei alguma coisa minha também, mostrando o meu lado atrapalhado e tímido.
QUEM: Considera-se tímido?
MS: Fui aprendendo a lidar com a timidez, era mais quando era moleque. Era muito tímido para chegar numa mulher. Ficava parado, chegava perto de uma mulher e não sabia o que dizer. Era incrivelmente difícil. Hoje, não tenho mais esses medos, mas a timidez está guardadinha ali. A qualquer momento, ela pode aflorar. É bacana poder usá-la para o filme.
QUEM: Você tem sua própria técnica de conquista?
MS: Não posso contar o que faço, senão acaba a graça. Acho que as experiências nos dão recursos e não uma fórmula.
Afinal, tenho 35 anos.
QUEM: Você pode não ter fórmula, mas tem fama de pegador. Incomoda-se com esse fardo?
MS: Não é um fardo (risos). Já fui pegador, isso foi um momento da minha vida. Não quer dizer que eu vá levar isso para sempre. Hoje, estou calmo, na atualidade. Mas isso pode mudar (risos).
QUEM: Quando você saiu de Manaus, aos 25 anos, para tentar a vida em São Paulo, não planejava ser ator. Considera-se um vencedor?
MS: Acho que venci uma etapa da minha vida, que trouxe felicidade para mim e para outras pessoas a minha volta. Meus pais estão muito felizes com o direcionamento da minha carreira, mas não sou o orgulho da minha família, sou a ovelha negra (risos).
(...)
Matéria Completa, só tirei o trecho mais importante sobre timidez: http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EMI239987-9531,00-MALVINO+SALVADOR+ERA+MUITO+TIMIDO+PARA+CHEGAR+NUMA+MULHER.html
Como o personagem, o ator confessou, em conversa com QUEM, ter sido muito tímido na adolescência. “Chegava perto de uma mulher e não sabia o que dizer”, lembra ele. Malvino só evita comentar sobre a atriz Sophie Charlotte, com quem tem sido visto frequentemente, o que reforça os rumores de que o casal reatou o namoro, rompido em março deste ano depois de um ano de relacionamento. Mas o ator fala à vontade sobre o amor que sente pela filha, Sofia, de 1 ano e 11 meses (do relacionamento com a secretária-executiva Ana Ceolin Silva): “Foi a melhor coisa que me aconteceu na vida”, diz ele, que em breve voltará à TV. Malvino vai interpretar Quinzé, ex-marido de Teodora, personagem de Carolina Dieckmann em Fina Estampa, a próxima novela das 9 da TV Globo, cuja estreia está prevista para fim de agosto.
QUEM: Seu personagem no filme é diferente dos outros que você já fez. Como foi o processo de composição?
MALVINO SALVADOR: Eu me inspirei numa simbiose de um parente e um amigo. Peguei uma coisa de cada um e coloquei alguma coisa minha também, mostrando o meu lado atrapalhado e tímido.
QUEM: Considera-se tímido?
MS: Fui aprendendo a lidar com a timidez, era mais quando era moleque. Era muito tímido para chegar numa mulher. Ficava parado, chegava perto de uma mulher e não sabia o que dizer. Era incrivelmente difícil. Hoje, não tenho mais esses medos, mas a timidez está guardadinha ali. A qualquer momento, ela pode aflorar. É bacana poder usá-la para o filme.
QUEM: Você tem sua própria técnica de conquista?
MS: Não posso contar o que faço, senão acaba a graça. Acho que as experiências nos dão recursos e não uma fórmula.
Afinal, tenho 35 anos.
QUEM: Você pode não ter fórmula, mas tem fama de pegador. Incomoda-se com esse fardo?
MS: Não é um fardo (risos). Já fui pegador, isso foi um momento da minha vida. Não quer dizer que eu vá levar isso para sempre. Hoje, estou calmo, na atualidade. Mas isso pode mudar (risos).
QUEM: Quando você saiu de Manaus, aos 25 anos, para tentar a vida em São Paulo, não planejava ser ator. Considera-se um vencedor?
MS: Acho que venci uma etapa da minha vida, que trouxe felicidade para mim e para outras pessoas a minha volta. Meus pais estão muito felizes com o direcionamento da minha carreira, mas não sou o orgulho da minha família, sou a ovelha negra (risos).
(...)
Matéria Completa, só tirei o trecho mais importante sobre timidez: http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EMI239987-9531,00-MALVINO+SALVADOR+ERA+MUITO+TIMIDO+PARA+CHEGAR+NUMA+MULHER.html
Dicas do Grupo Timidez no Facebook
Helena Ribeiro - http://www.facebook.com/home.php?sk=group_172084469518092#!/home.php?sk=group_176150872425968&ap=1
1. Caminhe por um local público durante uma ou duas horas para se acostumar a estar entre pessoas.
2. Pratique sorrir e fazer contato visual para se conectar não verbalmente com pessoas que parecem legais e interessantes a você. (Não tocar, somente olhar & sorrir).
3. Decida falar com uma nova pessoa por semana. Pode ser numa loja, na lanchonete da escola, no banco.
4. Atue "como se". Se todas as pessoas fossem esperar até estarem totalmente confortáveis antes de tentar alguma coisa nova, ninguém faria nada novo! Faça de conta que você não é tímido e atue "como se" você estivesse cheio de confiança.
5. Se acalme dizendo a você mesmo continuamente que você está bem, e que tudo vai estar bem. Diga isso em voz alta em privado e na sua cabeça em público quantas vezes for necessário.
6. Identifique a pior das hipóteses. O que é a pior coisa que poderia acontecer se você for até alguém e falar "oi"? Pôr uma cara no seu medo ajuda a reduzi-lo a um tamanho controlável. Por exemplo, a pior coisa que pode acontecer é a pessoa virar e sair. Sim, a rejeição dói, mas você não vai morrer por causa disso. E a aceitação é muito boa, e você nunca vai experimentá-la se você não tentar.
7. Divirta-se! Esqueça seus próprios medos e se concentre no que faz a outra pessoa ter confiança. Quando você for ver, já vai ter esquecido da timidez. Faça as coisas fáceis primeiro.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Seja o que você é e estará fazendo o melhor que deve ser feito.
Já que você é tímido, não se esforce para parecer extrovertido; você parecerá artificial, não-autêntico. Além do mais, para a maioria das pessoas o fato de você ser tímido ou extrovertido não faz a menor diferença na hora de formularem um juízo de valor a seu respeito (lembre-se que 75% das pessoas também são tímidas, assim como você). O que conta são os valores positivos ou negativos que você exibe. E timidez não é valor, é atitude. Portanto, o fato de ser tímido ou não, não acrescenta peso ao juízo de valor que alguém faz de você. Seja o que você é e estará fazendo o melhor que deve ser feito.
http://www.camarabrasileira.com/timidez1a.htm
Trecho desse site que tem algumas técnica para corrigir a timidez, como não gostod e testes e essas técnicas, peguei a parte de meu interesse. Quem quiser ver mais, só acessar o link acima.
http://www.camarabrasileira.com/timidez1a.htm
Trecho desse site que tem algumas técnica para corrigir a timidez, como não gostod e testes e essas técnicas, peguei a parte de meu interesse. Quem quiser ver mais, só acessar o link acima.
Dicas de internet
Uma excelente forma de lidar com a timidez é possuir alguma habilidade ou conhecimento especial. Se você está tentando perder a timidez deve ter algo concreto para divulgar. Como estamos na era da informação, esse problema pode ser resolvido facilmente. Procure estudar algum assunto que te agrade ou que seja importante para os seus negócios. Talvez a falta de confiança esteja associada à falta de conhecimentos.
Use sua imaginação. Imagine que você é uma pessoa confiante, que fala bem em público, que tem facilidade em conversar com as pessoas, que está feliz ao redor de muitas pessoas. Nossa mente é realmente incrível, e existem muitos estudos que comprovam o poder que a nossa imaginação exerce sobre o que acontece em nossa vida. O que pensamos são causas, e o que acontece conosco são os efeitos. Portanto, de todas as dicas acredito que essa seja a mais importante.
http://sucessonainternet.net/desenvolvimento-pessoal/como-perder-a-timidez/
Use sua imaginação. Imagine que você é uma pessoa confiante, que fala bem em público, que tem facilidade em conversar com as pessoas, que está feliz ao redor de muitas pessoas. Nossa mente é realmente incrível, e existem muitos estudos que comprovam o poder que a nossa imaginação exerce sobre o que acontece em nossa vida. O que pensamos são causas, e o que acontece conosco são os efeitos. Portanto, de todas as dicas acredito que essa seja a mais importante.
http://sucessonainternet.net/desenvolvimento-pessoal/como-perder-a-timidez/
Postei este trecho do artigo que achei mais útil. Eu sou muito tímida, e era mais, não postava no orkut, em blogs então...mas depois que entrei na comunidade de volei e do Galo, comecei a postar aos poucos e hoje, comento em várias, tenho alguns fórus também e participo atualmente de 4 blogs, 2 sobre esporte, um pessoal e este daqui. Me sinto segura, fiz amizades, 2 já até conheci pessoalmente. Como diz o texto, é prática, o segredo da convivência com a timidez é a prática.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
As verdades que irão te derrubar.
2.Você vai falhar algumas vezes. - Quanto mais rápido você aceita isso, mais rápido você pode usar isso a seu favor. Você nunca vai ter 100% de certeza que irá funcionar, mas você pode não fazer nada e com certeza não vai funcionar. Até chegar lá e fazer alguma coisa! Ou você tem sucesso ou você aprende uma lição vital.
3.Agora, há muita coisa que você não conhece. - O dia que você parar de aprender é o dia que você irá parar de viver. Abrace novas informações, pense nisso e use para avançar sozinho.
4.Pode não haver um amanhã. - Não é para todos. Neste momento, alguém na Terra está planejando algo para o amanhã sem perceber que vai morrer hoje. Isto é triste mas é a realidade. Então, gaste seu tempo com sabedoria hoje e dê uma pausa suficiente para apreciá-la.
5.Há muita coisa que você não pode controlar - Desperdiçando seu tempo, talento e energia emocional sobre as coisas que estão além de seu controle é uma receita para a miséria, frustração e estagnação. Invista sua energia em coisas que você pode controlar.
6.A informação não é conhecimento verdadeiro. - O conhecimento vem da experiência. Você pode discutir uma tarefa de uma centena de vezes, mas estas discussões só vai lhe dar uma compreensão filosófica. Você deve experimentar em primeira mão, uma tarefa que realmente sabe.
7.Você não pode ter êxito sem fornecer o valor. - Não perca seu tempo tentando ser bem-sucedido, gaste seu tempo criando valores para si e para o mundo. Quando você é valioso para o mundo ao seu redor, você será bem sucedido leitura. ( Linchpin: Você é indispensável? )
8.Alguém vai ter sempre mais do que você. - Quer se trate de dinheiro, amigos ou feijões mágicos que você está coletando, sempre haverá alguém que tenha mais do que você. Mas lembre-se, não é quanto você tem, é como você está apaixonado sobre a colecioná-los. É tudo sobre a viagem.
9.Você não pode mudar o passado. - Como Chico Chavier disse certa vez: "Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas qualquer um pode começar hoje e fazer um novo final." Você não pode mudar o que aconteceu, mas você pode mudar como você reage a isso.
10.A única pessoa que pode te fazer feliz é você. - A raiz de sua felicidade vem de seu relacionamento com você mesmo. Claro que entidades externas podem ter efeitos fugazes de seu humor, mas no longo prazo, nada importa mais do que como você se sente sobre quem você é por dentro.
11.Haverá sempre pessoas que não gostam de você. - Você não pode ser tudo para todos. Não importa o que você faça, sempre haverá alguém que pensa diferente. Então, concentre-se naquilo que fará seu coração ficar bem. O que os outros pensam e dizem sobre você não é tão importante assim. O importante é como você se sente sobre si mesmo.
12.Você nem sempre consegue o que quer. - Como Mick Jagger disse uma vez: "Você nem sempre consegue o que quer, mas se você tentar algumas vezes você pode encontrar, você encontra o que você precisa." Olhe ao seu redor. Aprecie as coisas que você tem agora. Muitas pessoas não têm tanta sorte não seja egoísta.
13.Na vida, você recebe o que você dar - Se você quer amor, dê amor. Se você quer ter amigos, seja amigável. Se você quiser dinheiro, um valor. É realmente simples assim.
14.Bons amigos vêm e vão. - A maioria de seus colegas de escola não será uma parte de sua vida universitária. A maioria dos amigos de seu colégio não será uma parte de sua vida de 20 e poucos profissionais. A maioria de seus 20 e poucos amigos, não estarão lá quando sua esposa e você trazer o seu segundo filho para o mundo. Porém, alguns amigos vão ficar. E é desses amigos - aqueles que transcendem o tempo com você - que importa.
15.Fazendo exatamente a mesma coisa todos os dias dificulta seu auto crescimento. - Se você continuar fazendo o que você está fazendo, você vai continuar recebendo o que você está recebendo. O crescimento acontece quando você mudar as coisas - quando você tentar coisas novas - quando você estica além de sua zona de conforto.
16.Você nunca vai se sentir 100% pronto para algo novo. - Ninguém se sente 100% pronto quando surgir uma oportunidade. Como a maioria das grandes oportunidades na vida nos força a crescer além de nossas zonas de conforto, o que significa que você não vai se sentir totalmente confortável e pronto para tudo.
fonte: Marc e Angel life Hack. (Puasebase)
Material enviado por A.C. , da comunidade Timidez.
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