Estava lendo agora uma notícia no site UOL e fiquei pensando, as pessoas não pensam nas outras mesmo. Eu acredito que o ser humano é responsável pelo outro de alguma forma. A matéria que li, fala que um americano ligou pro serviço de emergência três vezes porque se sentia sozinho, o pessoal que o atendeu na terceira vez, chamou a polícia pra ele, ele tomou uma multa de 75 mil dólares. O caso na reportagem é tratado como comédia, mas pra mim, esse rapaz pode estar com uma depressão e precisa de ajuda. Creio que ninguém vá ligar pra emergência, se identificar, dar endereço pra fazer graça. Não tinham que prendê - lo, tinham que arrumar um psicólogo, algo assim.
MATÉRIA QUE LI: http://noticias.uol.com.br/tabloide/ultimas-noticias/tabloideanas/2014/09/18/americano-liga-para-servico-de-emergencia-por-se-sentir-solitario-e-e-preso.htm
"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina." Cora Coralina
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sexta-feira, 26 de setembro de 2014
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Eu me sinto invisível
Tem coisas que me abalam um pouco. Me lembro de uma vez em que estava passando férias na casa de uma irmã, o marido dela chegou do trabalho trazendo chocolates, trouxe para as filhas dele, para outras crianças que estavam lá e disse que havia se esquecido de mim, pediu para eles dividirem comigo.
Aquilo me marcou muito, me senti invisível, fiquei magoada por um bom tempo.
Passado alguns anos, quando morava com minha irmã, ela chegou da rua com algumas sacolas, disse que tinha comprado roupas pra todo mundo, quando fui ver, ela comprou pro filho e pro marido, que muito gentil, quis me dar uma bermuda, claro que não aceitei, não vestiria roupas de homem.
Esta semana, vendo o grupo da escola que estudei no Facebook, vi um monte de gente que estudou comigo perguntando sobre uns e outros, mas ninguém citou meu nome, também não apareço nas fotos das formatura, nem na do desfile de sete de setembro, em nenhuma foto.
Hoje, uma colega de trabalho, foi até a supervisora pedir pra sair cedo, porque alcançamos a meta do mês, ela pediu pra equipe, mas meu nome não estava incluído, eles saíram, se despediram de todos e em nenhum momento me citaram. Não fiquei com raiva por causa disso, fiquei decepcionada comigo mesmo, por não conseguir ser percebida. É uma sensação ruim, algo que parece que eu não vou conseguir superar.
Aquilo me marcou muito, me senti invisível, fiquei magoada por um bom tempo.
Passado alguns anos, quando morava com minha irmã, ela chegou da rua com algumas sacolas, disse que tinha comprado roupas pra todo mundo, quando fui ver, ela comprou pro filho e pro marido, que muito gentil, quis me dar uma bermuda, claro que não aceitei, não vestiria roupas de homem.
Esta semana, vendo o grupo da escola que estudei no Facebook, vi um monte de gente que estudou comigo perguntando sobre uns e outros, mas ninguém citou meu nome, também não apareço nas fotos das formatura, nem na do desfile de sete de setembro, em nenhuma foto.
Hoje, uma colega de trabalho, foi até a supervisora pedir pra sair cedo, porque alcançamos a meta do mês, ela pediu pra equipe, mas meu nome não estava incluído, eles saíram, se despediram de todos e em nenhum momento me citaram. Não fiquei com raiva por causa disso, fiquei decepcionada comigo mesmo, por não conseguir ser percebida. É uma sensação ruim, algo que parece que eu não vou conseguir superar.
domingo, 22 de dezembro de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
Propaganda Ipiranga - Reparem na auto estima.
quando o "playboyzinho", desce o vidro do carro (Ferrari Vermelha) e fala que a vida não está fácil pra ninguém, com todo aquele ar de sarcasmo, debochado, surpreendentemente, tem a resposta POSITIVA de um cara que, aparentemente, teria todos os motivos pra lamentar. Vejam o vídeo e atentem pra auto estima do rapaz. Muito legal a propaganda.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Para vencer a timidez, mude sua auto-imagem
http://denisepuppin.blogspot.com/2008/07/para-vencer-timidez-mude-sua-auto.html
Comumente, o que falta àquele que se considera tímido é parar de apenas reclamar de si e agir: decidir-se verdadeiramente por mudar. Mudar o padrão de comportamento vicioso de se considerar sempre menor que os outros, seja numa simples conversa informal ou em reuniões de trabalho.
Para qualquer pessoa mudar, ela precisa verdadeiramente querer. Desenvolver o querer é um processo que se inicia com uma atitude mental e se concretiza no corpo. A palavra “mudar” é um verbo que indica deslocamento de posição, transferência de um lugar para outro. O próprio significado da palavra sugere esforço. Esforço físico. Faz-se necessário mexer com os músculos, mexer com o corpo, com as pernas, com todo o sistema motor.
Deslocar. Mas para onde?
Comumente, o que falta àquele que se considera tímido é parar de apenas reclamar de si e agir: decidir-se verdadeiramente por mudar. Mudar o padrão de comportamento vicioso de se considerar sempre menor que os outros, seja numa simples conversa informal ou em reuniões de trabalho.
Para qualquer pessoa mudar, ela precisa verdadeiramente querer. Desenvolver o querer é um processo que se inicia com uma atitude mental e se concretiza no corpo. A palavra “mudar” é um verbo que indica deslocamento de posição, transferência de um lugar para outro. O próprio significado da palavra sugere esforço. Esforço físico. Faz-se necessário mexer com os músculos, mexer com o corpo, com as pernas, com todo o sistema motor.
Deslocar. Mas para onde?
Certa vez, li que a única coisa permanente na vida é a mudança. Muitas pessoas querem mudar e não conseguem, porque não sabem para onde querem ir. São pessoas que, além de se conhecerem pouco, desconhecem aonde querem chegar.
A tão popular história da Alice no País das Maravilhas (1), de Lewis Carroll, nos mostra claramente o perfil de uma menina perdida, que não sabia para onde ir. Entre encontros e desencontros, viu o Gato Caçoador sentado sobre um galho. Ele somente sorria, mostrando seus muitos dentes e unhas afiadíssimas. Essas imagens sinalizavam à Alice que seria melhor tratá-lo com respeito. Então ela, com voz suave, perguntou: “Você pode me dizer que caminho devo seguir para sair daqui?” O Gato, com irônico tom de exclamação na voz responde: “Isso depende do lugar para onde você deseja ir!” Alice irrita-se e diz: “O lugar para onde desejo ir? Francamente, isso pra mim tanto faz. Contanto que eu chegue a algum lugar...” “Nesse caso”, disse sabiamente o Gato Caçoador, “tanto faz o caminho que você seguirá.”
Lewis Carroll oferece, através de Alice, a oportunidade de refletirmos sobre as escolhas dos nossos caminhos, além de sutilmente recomendar atenção no trato com as pessoas.
A tão popular história da Alice no País das Maravilhas (1), de Lewis Carroll, nos mostra claramente o perfil de uma menina perdida, que não sabia para onde ir. Entre encontros e desencontros, viu o Gato Caçoador sentado sobre um galho. Ele somente sorria, mostrando seus muitos dentes e unhas afiadíssimas. Essas imagens sinalizavam à Alice que seria melhor tratá-lo com respeito. Então ela, com voz suave, perguntou: “Você pode me dizer que caminho devo seguir para sair daqui?” O Gato, com irônico tom de exclamação na voz responde: “Isso depende do lugar para onde você deseja ir!” Alice irrita-se e diz: “O lugar para onde desejo ir? Francamente, isso pra mim tanto faz. Contanto que eu chegue a algum lugar...” “Nesse caso”, disse sabiamente o Gato Caçoador, “tanto faz o caminho que você seguirá.”
Lewis Carroll oferece, através de Alice, a oportunidade de refletirmos sobre as escolhas dos nossos caminhos, além de sutilmente recomendar atenção no trato com as pessoas.
Mude. É possível.
Pessoas que se consideram tímidas devem criar uma estratégia de planejamento para a mudança. Treinamentos específicos como cursos de autoconhecimento, orientações terapêuticas ou de um coach capacitado muito contribuirão para o sucesso do resultado.
Inclusa na estratégia de planejamento, evidentemente, estará a indispensável criação de objetivos, metas e prazos definidos para as pequenas conquistas. Por exemplo, se você era um tímido e se considerava incapaz de se soltar para dançar – mas sempre sonhou com isso, matricule-se num curso de dança de salão e lembre-se: você COMBINOU COM VOCÊ MESMO que QUER MUDAR, QUER ter um COMPORTAMENTO DIFERENTE. Então vá! Lembre-se: agora você tem um objetivo.
Aos poucos, você, sendo cúmplice de você mesmo, estará reconstruindo sua auto-imagem
(1)- Carrol Lewis, Trad. Fernanda L. de Almeida - Alice no País das Maravilhas – Ed. Ática, 2ª ed. 1986
DENISE PUPPIN é fonoaudióloga (4744 RJ), Professora de Oratória (acadêmica, artística, forense, política, popular e sacra) e Retória contemporânea; Consultora em Comunicação Humana com ênfase no desenvolvimento do 'Ser Integral'; Consultora de Imagem e Estilo Pessoal; Trainer e Coach de Apresentações, Discursos e Treinamentos; Master Practitioner em PNL - Programação Neurolinguística (Instituto de Berlim/Rio); Especialista em Experiência de Aprendizagem Mediada (Icelp/Rio) e Emotologia; Terapeuta no 'método Padovan de Reorganização Neurofuncional'.
Desde 1991, ministra treinamentos e cursos individuais, grupos e empresarial em todo o Brasil.
Este texto pode ser reproduzido DESDE que seja MENCIONADA a AUTORIA e a FONTE de onde o mesmo foi extraído.
Lei 9610/98 – Proteção dos direitos intelectuais.
Copyright dP® 2008 (Todos os direitos são reservados)
Texto registrado no EDA
Inclusa na estratégia de planejamento, evidentemente, estará a indispensável criação de objetivos, metas e prazos definidos para as pequenas conquistas. Por exemplo, se você era um tímido e se considerava incapaz de se soltar para dançar – mas sempre sonhou com isso, matricule-se num curso de dança de salão e lembre-se: você COMBINOU COM VOCÊ MESMO que QUER MUDAR, QUER ter um COMPORTAMENTO DIFERENTE. Então vá! Lembre-se: agora você tem um objetivo.
Aos poucos, você, sendo cúmplice de você mesmo, estará reconstruindo sua auto-imagem
(1)- Carrol Lewis, Trad. Fernanda L. de Almeida - Alice no País das Maravilhas – Ed. Ática, 2ª ed. 1986
DENISE PUPPIN é fonoaudióloga (4744 RJ), Professora de Oratória (acadêmica, artística, forense, política, popular e sacra) e Retória contemporânea; Consultora em Comunicação Humana com ênfase no desenvolvimento do 'Ser Integral'; Consultora de Imagem e Estilo Pessoal; Trainer e Coach de Apresentações, Discursos e Treinamentos; Master Practitioner em PNL - Programação Neurolinguística (Instituto de Berlim/Rio); Especialista em Experiência de Aprendizagem Mediada (Icelp/Rio) e Emotologia; Terapeuta no 'método Padovan de Reorganização Neurofuncional'.
Desde 1991, ministra treinamentos e cursos individuais, grupos e empresarial em todo o Brasil.
Este texto pode ser reproduzido DESDE que seja MENCIONADA a AUTORIA e a FONTE de onde o mesmo foi extraído.
Lei 9610/98 – Proteção dos direitos intelectuais.
Copyright dP® 2008 (Todos os direitos são reservados)
Texto registrado no EDA
sábado, 10 de setembro de 2011
Frases Motivacionais
“Crescer, descobrir… é algo que experimento cada dia, às vezes bom, às vezes frustrador… não importa! Deixe sua luz interior guiá-lo, para fora da escuridão.”
Bruce Lee
Bruce Lee
terça-feira, 12 de julho de 2011
Animais de estimação aumentam a auto-estima dos donos
Pessoas que convivem com animais têm mais autoestima, são mais extrovertidas e menos preocupadas
Washington - Os animais domésticos proporcionam apoio social e emocional às pessoas, revelou uma pesquisa da Associação Psicológica dos Estados Unidos.
O estudo indicou que donos de cachorros, gatos e outros bichos de estimação mantêm uma relação tão estreita com as pessoas próximas como a que têm com seus animais, o que aponta que este tipo de interação não é desenvolvida em função das relações humanas.
Os psicólogos da Universidade de Miami e da Universidade de St. Louis realizaram três experimentos que examinaram os possíveis benefícios de se conviver com um mascote.
Segundo o artigo publicado na internet da revista Journal of Personality and Social Psychology, o estudioso Allen McConnel, da Universidade de Miami, disse que, em termos gerais, essas pessoas "têm mais qualidade de vida e conseguem resolver melhor diferenças individuais que as que não têm animal de estimação".
"Especificamente os donos de mascotes têm mais autoestima e estão em melhores condições físicas, além disso, tendem a ser menos solitários, são mais conscientes do que ocorre a sua volta, são mais extrovertidos, tendem a ser menos receosos e menos preocupados", acrescentou.
Para realizar o artigo, os pesquisadores questionaram 217 pessoas (79% mulheres, idade média - 31 anos, renda familiar de cerca de US$ 77 mil).
"Os estudos revelam provas consideráveis de que os animais de estimação beneficiam a vida de seus donos tanto no âmbito psicológico como no físico, já que representam uma importante fonte de apoio social", concluiu.
O estudo indicou que donos de cachorros, gatos e outros bichos de estimação mantêm uma relação tão estreita com as pessoas próximas como a que têm com seus animais, o que aponta que este tipo de interação não é desenvolvida em função das relações humanas.
Os psicólogos da Universidade de Miami e da Universidade de St. Louis realizaram três experimentos que examinaram os possíveis benefícios de se conviver com um mascote.
Segundo o artigo publicado na internet da revista Journal of Personality and Social Psychology, o estudioso Allen McConnel, da Universidade de Miami, disse que, em termos gerais, essas pessoas "têm mais qualidade de vida e conseguem resolver melhor diferenças individuais que as que não têm animal de estimação".
"Especificamente os donos de mascotes têm mais autoestima e estão em melhores condições físicas, além disso, tendem a ser menos solitários, são mais conscientes do que ocorre a sua volta, são mais extrovertidos, tendem a ser menos receosos e menos preocupados", acrescentou.
Para realizar o artigo, os pesquisadores questionaram 217 pessoas (79% mulheres, idade média - 31 anos, renda familiar de cerca de US$ 77 mil).
"Os estudos revelam provas consideráveis de que os animais de estimação beneficiam a vida de seus donos tanto no âmbito psicológico como no físico, já que representam uma importante fonte de apoio social", concluiu.
terça-feira, 19 de abril de 2011
A vida,Os obstáculos e suas metas
Se um dia escrevesse um livro contando toda minha história tenho certeza de que os anos de 2007,2008 e 2009 seriam o trecho de mais dor,angústia e sofrimento.A pior coisa é ver que fugi de diversos problemas.As vezes tento me lembrar o que me aconteceu para ter sido uma das piores épocas de minha vida.Poderia ser pela falta que sentia de minha mãe que sempre esteve comigo,mas nessa época ela estudava e trabalhava demais,poderia ser por eu não ter chegado mais no meu pai pra quem sabe ouvir uma palavra de alguém mais experiente ,poderia ser por ter me isolado de grande parte de meus amigos,eu não sei,o engraçado é que sempre tive uma boa estrutura familiar e mesmo assim achava que tudo era péssimo.Eu estudava de manhã e não fazia nada o resto do dia,e ficar parado o resto do dia me fazia pensar demais.Havia dias do qual não me importava,em outros chorava muito,pois, sentia um vazio e uma solidão tremenda .E ainda pra completar sofri um acidente em pleno ano novo(hoje dou muita risada quando conto,mas na época foi foda) um foguete explodiu no meu rosto me deixando muito machucado(hoje uso óculos hauhauha XD,e só pra constar não fiquei com nenhuma cicatriz),isso foi de 2007 pra 2008.Minhas formas de fugir de meus problemas??Jogava 8 horas por dia de vídeo-game se isolando de tudo e acabei me dedicando demais ao meu time,ao ponto de minha alegrias serem apenas quando o Atlético Paranaense vencia,o que era raro,pois,foram os três piores anos dele sempre brigando contra o rebaixamento(mais isso ainda XD huauhauha).O que quero dizer é de que quando se é tímido você procura coisas pra se esconder dos problemas e essa foi minha solução,afinal era muito mais garoto(Na época com 14 anos).
Depois de muito tempo pensando notei que já era hora de dar um basta!Tracei minhas metas para 2010 e fui pra cima convicto de que seria uma longa,boa e exaustiva batalha.Meu primeiro passo foi deixar de dar tanta atenção ao meu time(Eu ainda amo o Atlético) e deixar o meu vídeo-game de lado,era meu ultimo ano de colégio então senti que precisava mudar,pois, ali seria minha base pra vida toda(eu digo no sentido de preparação pra realmente entrar nesse mundão),voltei a conversar bastante com meus amigos,comecei a sair muito e realmente senti que um novo Leandro havia nascido,talvez menos feliz que o anterior,mas muito mais maduro e obscuro(Sim ,ser assim é muito bom).Curiosamente no ano de 2010 eu vi meus pais brigando quase todos os dias,fazendo com que minha auto-estima caísse em algumas épocas mas nunca voltando ao fundo do poço. E então em setembro veio o mais importante passo:MEU PRIMEIRO EMPREGO.Através de minha tia(Da qual sou muito grato) consegui fazer três entrevistas(sendo que em uma fui num estado emocional muito abalado por causa desta briga dos meu pais) e hoje sou menor-aprendiz de uma grande empresa.Foi um grande passo pra mim,uma satisfação incrível de ver aqueles que me rodeiam orgulhosos.O ano de 2010 terminou e sem me prender ao passado(que é uma coisa que nós tímidos fazemos), já tracei minhas metas pra 2011 e como gostei do gosto da vitória vou batalhar para que no final do ano me sinta vitorioso novamente,pra isso já comecei um curso de inglês e no final do mês começarei um preparatório pra vestibular.O essencial para um tímido é sempre estar buscando algo melhor ,pois,uma mudança na vida só será possível se você arriscar,e não se cobre tanto por seus erros,porque eles virão,mas pelo menos você errou em busca da vitória.
"Ninguém baterá tão forte quanto à vida. Porém, não se trata de quão forte ela pode bater, se trata de quão forte você pode ser atingido e continuar seguindo em frente. É assim que a vitória é conquistada."Rocky Balboa
No próximo post vou falar sobre trabalho e suas dificuldades,pois vi esse assunto sendo comentado em nossa comunidade.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Padrões da sociedade
Hoje em nossa sociedade as pessoas costumam criar padrões de como viver sabendo julgar o que é certo ou errado e quem mais sofre com todas essas exigências somos nós os tímidos.
Ser tímido é foda,pois,você se sente completamente fora de padrão.Infelizmente eu acho que a timidez não tem cura,porém a única forma de você pelo menos amenizar esse sentimento é se seu pensamento mudar,pois,de nada adianta você soltar o foda-se pra tudo se isso for apenas uma solução provisória.Vi alguns exemplos em nossa comunidade do qual muitas pessoas dizem coisas como esta :“Eu sou um derrotado e nunca vou namorar” ou então “De nada adianta eu mudar se morrerei sozinho”eu sei que cada caso é um caso e de que para os tímidos é fácil cair numa depressão,pois a timidez esta ligada a muitos outros problemas mas,poxa,aonde uma pessoa desta poderá chegar se já se sente um derrotado aos 18 ou 25 anos?Eu tenho 17 e penso que cada dia é uma nova batalha contra esse “problema”,há dias no qual sinto que ganhei ,mas em outros o sentimento é de derrota.
Cabe a cada um lutar contra sua própria timidez, pois,ninguém poderá fazer isto por você!A opinião das pessoas é importante e deve ser ouvida ,mas nunca ser a última palavra.
Este é o primeiro post de muitos, nos próximos dias vou procurar falar sobre o meu grau de timidez. Sua opinião é válida para discordar ou concordar comigo e espero comentários.Gostaria de mandar um abraço ao pessoal que ta sempre na comunidade e parabenizar a Núbia pela idéia,pois,creio que outras experiências são importantes para o aprendizado de todos.
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